domingo, 9 de agosto de 2009

A sutileza dos sinais da perseguição que nos rodeia

A SUTILEZA DOS SINAIS DA PERSEGUIÇÃO QUE NOS RODEIA

Neste mês de agosto, nós, presbiterianos dedicamos uma especial atenção à causa missionária. Por esse motivo, além de realizarmos campanha em prol de recursos para ajudar irmãos no campo missionário, trazermos missionários para pregar em nossas igrejas, entre outras realizações, também destinaremos o espaço da pastoral para falarmos deste tema, MISSÕES.

Chama-nos a atenção a matéria publicada na revista “Portas Abertas” do mês de agosto, na qual aborda a sutileza da perseguição religiosa nos países da América Latina. Enquanto países como Cuba e Colômbia recebem imposições que restringem o exercício da fé, Bolívia e Brasil recebem ataques tão camuflados que podem se tornar imperceptíveis. Três aspectos contribuem para o avanço desta perseguição disfarçada: a visão pluralista, que reconhece a diversidade e, ao ser aplicada à religião, pode acarretar perigos à liberdade religiosa; o relativismo, que resultante dessa postura nos desencoraja a expressar nossas convicções, e reforça a mensagem de que todas as religiões levam a Deus de forma positiva e o sincretismo religioso, que possibilita o surgimento de leis anti-conversão e a proibição da evangelização e do testemunho cristão.

Antes de comentarmos alguns fatos que denotam perseguição religiosa sutil, vale definir melhor alguns conceitos citados no parágrafo anterior:

1. Visão pluralista – Conjunto de idéias segundo as quais os sistemas políticos, sociais e culturais podem ser interpretados como o resultado de fatores de uma pluralidade de grupos autônomos, porém interdependentes.

2. Relativismo – Doutrina segundo a qual os valores morais não apresentam validade universal e absoluta.

3. Sincretismo – Fusão de elementos culturais diversos, ou de culturas distintas ou de diferentes sistemas sociais.

Na Bolívia, o projeto constitucional do governo Morales estabelece várias mudanças, como a definição ambígua de “família”, que pode abrir caminho para o casamento entre homossexuais. Até onde esse direito não ferirá o dos cristãos de não aprovarem relacionamento entre pessoas do mesmo sexo?

Pastor Celso Falleiro

Continua na próxima pastoral

Fonte: Revista Portas Aberta, vol 27 nº 08.

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