domingo, 16 de outubro de 2011

Dia das Crianças na Escola Dominical

Comemoramos hoje o Dia das Crianças em nossa Escola Dominical, com o tema "Jesus, meu verdadeiro herói". Veja algumas fotos.







A Igreja serve ao homem quando se torna o instrumento para a sua conversão


A IGREJA SERVE AO HOMEM QUANDO SE  TORNA O INSTRUMENTO PARA A SUA CONVERSÃO

“Eis que Deus é a minha salvação; confiarei e não temerei; porque o Senhor Deus é a minha força e o cântico, Ele se tornou a minha salvação” (Is. 12.2).

A igreja serve ao homem, quando o leva à experiência da redenção, da conversão; quando infunde nEle aspirações elevadas e lhe torna claro o sentido dos valores que permanecem.

Quando fazemos um estudo do homem, à luz da Palavra de Deus, podemos, primeiramente, vê-lo em seu estado de grandeza e exaltação, dotado de natureza extraordinária, como também podemos contemplá-lo em sua condição de criatura decaída, despojada e completamente arruinada pelo pecado.

Que ele é uma criação especial de Deus, não há a menor sombra de dúvida. Basta uma volta ao primeiro livro da Bíblia e um estudo, ainda que superficial, do primeiro capítulo desse grandioso livro, para chegar-se à essa conclusão. Ponderemos um pouco sobre o seguinte:


  1. Embora tenha sido a última criação de Deus, na ordem cronológica, de acordo com o registro sagrado, em termos de importância e valor, ele é considerado a obra-prima do todo-poderoso. Depois de criar os céus e a terra, o mar e tudo o que neles existe, Deus coroou toda a sua obra, criando o homem;
  2. Além disso, o Senhor o dotou de grandes recursos ordenando-lhe que exercesse todo o domínio sobre a terra e sobre todos os animais. Gn. 1.28. No Salmo 8, depois de exaltar a magnificência do altíssimo Deus, o salmista apresenta o homem como dominador da natureza.
  3. Mas a verdadeira grandeza do homem é revelada, especialmente, na maneira pela qual o Senhor criou. Na criação dos céus e da terra, bem como do mundo vegetal e animal, os termos empregados por Deus, segundo a narrativa de Gênesis, foram: “Haja”, “produza”, “apareça”, etc. 
Em referência à criação do homem, suas palavras foram bem diferentes: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...” (Gn. 1.26). Mas que esse homem criado por Deus, com todos os privilégios e prerrogativas, caiu em pecado, arruinando a sua própria vida e a de todos os seus descendentes, é outra verdade que está claramente demonstrada nas páginas do Livro Divino.

Todavia, é para esse homem que a Igreja deve ter seus olhos voltados. A Igreja que ama e serve a Deus, não pode deixar de amar e servir também ao homem.

De que maneira a Igreja pode servir ao homem? Que deve fazer para alcançar esse grande objetivo?

A Igreja serve ao homem quando:


  1. Leva-lhe o evangelho da redenção
  2. Se torna o instrumento para a sua conversão
  3. Infunde nele aspirações mais elevadas
  4. O leva a compreender o sentido dos valores que permanecem.

Rev. Oséas Barreto Velasco

Sinais de Vitalidade na Plantação de Igrejas (1ª parte)


Sinais de Vitalidade na Plantação de Igrejas (1ª parte)

Na Igreja Presbiteriana do Brasil, uma igreja é formalmente estabelecida quando alguns fundamentos se solidificam. “Uma comunidade de cristãos poderá ser organizada em igreja, somente quando oferecer garantias de estabilidade, não só quanto ao número de crentes professos, mas também quanto aos recursos pecuniários indispensáveis à manutenção regular de seus encargos, inclusive as causas gerais, e disponha de pessoas aptas para os cargos eletivos” Portanto, uma comunidade será declarada “igreja” quando conseguir se firmar nestes princípios constitucionais: (a)- Estabilidade no número de membros; (b) - Condições financeiras; (c)- Liderança.

Alguns elementos de vitalidade podem ser considerados:

1- A Igreja se encontra no plantio ou no declínio? Estima-se que cerca de 80% das igrejas existentes encontram-se nesta perigosa curva de nível. São igrejas estacionadas, tiveram avanços consideráveis num determinado momento de sua história, mas passam agora por um momento de estagnação espiritual;

2- A Igreja possui boa auto-estima? Muitas comunidades adoeceram no tempo, e passam a ter uma avaliação muito pessimista de si mesmas. Quando isto acontece, em geral buscam bodes expiatórios. Se as coisas não vão bem internamente é mais fácil acusar a Igreja-Mãe, que “não dá o apoio necessário”, ou justificar-se dizendo que “a instituição é muito fechada”. E isto impede que os problemas reais sejam tratados;

3- Tem havido conversões e restauração de pessoas? O fator mais importante para qualquer igreja é a obra do Espírito santo dentro dela, mas que do ponto de vista externo, nada é mais explosivo para a renovação de uma comunidade que uma conversão genuína dentro da comunidade. Quando uma pessoa se converte e é inserida num grupo estagnado, geralmente provoca uma série de reações no grupo. Uma conversão genuína traz alento, desafia, provoca positivamente novas atitudes, principalmente se aquela igreja por muitos anos não via esta manifestação na vida de sua igreja. Este processo é absolutamente maravilhoso e empolgante.

Leia a segunda parte clicando aqui.

Sem. Márcio Coelho
( Adaptado do Rev Samuel Vieira)

domingo, 9 de outubro de 2011

Devemos confiar na soberania de Deus


DEVEMOS CONFIAR NA SOBERANIA DE DEUS

“DO SENHOR É A TERRA E A SUA PLENITUDE, O MUNDO E OS QUE NELE HABITAM” (Sl. 24.1)

Deus criou e sustenta a terra inteira, ela lhe pertence. Paulo citou este versículo a fim de estabelecer o princípio de que não existe alimento, embora oferecido aos ídolos pagãos, que sejam errados para os crentes comerem (I Co. 10.25,26).

“Ouvindo isto, unânimes, levantaram a voz a Deus e disseram: “Tu, soberano Senhor, que fizeste o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há” (At. 4.24).

Deus é soberano, e Ele tem um plano para todo aquele que é chamado. Em todas as coisas, o Senhor tem um plano. Cada um precisa estar no lugar que Deus indica. Se Deus o chamou para alguma atividade ou função Ele vai fazer com que você frutifique. Precisamos é andar com Deus e confiar no seu poder e na sua soberania, certos de que ele cumprirá o seu plano eterno. “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado” (Jó. 42.2). Soberanamente Deus age na preservação de suas criaturas, controlando todas as coisas, fazendo com que seu eterno propósito seja cumprido total e eficazmente desde a criação. Para com o seu povo eleito e separado Ele aplica a salvação, a redenção, a adoção, a provisão, a santificação, a redenção e a glorificação. A Ele toda honra, glória e eterna adoração. Tu, porém me dirás: de que se queixa ele ainda? Pois quem jamais resistiu à sua vontade? Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura pode o objeto perguntar a quem o fez: por que me fizeste assim? (Rm. 9.19 e 20).

Rev. Oséas Barreto Velasco

Quem foram os 12 ?


Quem foram os 12? (adaptado)

Os doze discípulos/apóstolos originais estão listados em Mateus 10:2-4: “Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: primeiro, Simão, por sobrenome Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Zelote, e Judas Iscariotes, que foi quem o traiu”. Alguns professores bíblicos vêem Matias como um membro “inválido” para os 12 apóstolos, e acreditam que o apóstolo Paulo foi a escolha de Deus para substituir Judas Iscariotes como o décimo     segundo apóstolo.

Entre os 12 estavam pescadores, um coletor de impostos, um revolucionário. Os Evangelhos registram as constantes falhas, dificuldades e dúvidas destes doze homens que seguiam a Jesus Cristo. Após testemunharem a ressurreição e a ascensão de Jesus ao Céu, o Espírito Santo transformou os discípulos/apóstolos em homens poderosos de Deus que “viraram o mundo de cabeça para baixo” (Atos 17:6). Qual foi a mudança? Os 12 apóstolos/discípulos haviam “estado com Jesus” (Atos 4:13). Que o mesmo possa ser dito de nós!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Eleição Pastoral

No último domingo, em assembléia geral, nosso atual pastor evangelista, Rev. Oséas Velasco, foi eleito para um mandato de 3 anos, a contar de janeiro de 2012. Rogamos as bênçãos do Senhor sobre nosso pastor e a Igreja.

domingo, 2 de outubro de 2011

As obras no nosso templo continuam

As obras no nosso templo continuam. O teto já recebeu o rebaixamento de gesso, e nesta semana será concluída a instalação das luminárias, e em seguida toda a pintura. Estará tudo pronto antes dos cultos de Aniversário da Igreja. Veja algumas fotos tiradas no culto de hoje.





Quem foi o profeta Isaias?


Geralmente considerado como o maior de todos os profetas bíblicos, Isaías terá nascido em Jerusalém por volta do ano 560 a.C., sendo proveniente de uma família nobre e homem de elevado cultura. A sua vocação profética teve início no ano da morte do rei Ozias e prolongou-se pelos reinados dos reis de Judá: Jotam, Acaz e Ezequias. Este foi um período muito conturbado, com ameaças permanentes de invasões dos assírios, babilônios e egípcios.

O livro de Isaías (classificado pela Bíblia Cristã como livro profético) é, juntamente com o dos Salmos, o mais citado no Novo Testamento. Este divide-se em três secções bastante distintas: Isaías I, Isaías II (ou Livro da Consolação) e Isaías III. Em Isaías I, Isaias condena as alianças com as nações infiéis e anuncia a vinda de um Salvador. O Livro da Consolação é dirigido aos exilados na Babilônia e exorta à libertação e ao retorno a Israel. O livro Isaías III é dirigido aos Judeus que voltaram a Jerusalém e que necessitam ser consolados, terminando com uma cena do julgamento final.

Sem. Márcio Coelho

A prosperidade do ímpio e a paciência do justo


A PROSPERIDADE DO ÍMPIO E A PACIÊNCIA DO JUSTO

“A prosperidade passageira dos ímpios não merece a inveja dos justos”

Não te indigne por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniqüidade (Sl. 37.1,2). “Indignar-se” quer dizer, literalmente “não fique esquentado com ira”, “não se atormente”. A inveja é o ardor quente dos ciúmes. O versículo descreve uma emoção que queima no íntimo, acompanhada por um calor no rosto. Seu sinal visível. Estas palavras nos advertem contra a inveja, a ira e qualquer emoção violenta. Fogos de ciúmes podem ser ateados quando se vê os maus vivendo com todos os confortos e conveniências enquanto muitas pessoas devotas vivem passando necessidades. 

Na realidade, porém nada há no assunto que merece a nossa preocupação. O Salmista nos ensina que a prosperidade dos ímpios é de pouca duração. “Pois eles dentro em breve definharão como a relva, e murcharão como a erva verde” (Is. 40.8). Para que ficar ardendo em calorosa indignação quando o fogo muitíssimo mais quente há de torrar os ímpios? A ceifeira da morte e a fornalha do juízo logo porão fim à prosperidade iníqua.

Isso não significa que devemos nos consolar com o pensamento sobre a ruína final dos malfeitores, nem nos alegrar ao contemplar as calamidades que lhes sobrevirão. O amor ensinado por Deus não nos deixa sentir júbilo por causa da destruição de qualquer pessoa que seja. O que o Salmista quer dizer é o seguinte: Não permita a prosperidade do mau ser motivo para você ter menos fé na soberania de Deus, nem deixe tal coisa perturbar a sua paz de espírito, porque Deus ainda demonstrará a justiça dos seus atos, no tempo por Ele determinado. O povo de Deus tem de demonstrar fé e esperar com paciência pelo Senhor.

Rev. Oséas Barreto Velasco

domingo, 25 de setembro de 2011

Elias, um Profeta nas Mãos de Deus


Elias, um Profeta nas Mãos de Deus

Texto base: I Rs. 17.1ss

Elias foi sem dúvida alguma, um dos maiores profetas que o Senhor Deus levantou em sua época. Sua vida constitui-se de um notável exemplo para nós, de como Deus opera na vida daqueles que se colocam em suas mãos.

Então podemos concluir que TODO PROFETA QUE ESTÁ NAS MÃOS DE DEUS, O SENHOR O HONRA, porque Deus honrou Elias em não fazer chover – I Rs. 17.1ss; Deus honrou Elias ao ressuscitar o filho da viúva – I Rs 17.17-24; Deus honrou Elias diante do povo – I Rs 18.37-40; Deus o honrou após a sua partida. Também sabemos que TODO PROFETA QUE ESTÁ NAS MÃOS DE DEUS, É UM HOMEM DE ORAÇÃO, porque Elias era um homem que orava, e o crente que ora é vitorioso, abençoado e próspero espiritualmente. Sua vida de oração assim como ocorreu em I Rs 17.19-24 o levou até o filho da viúva onde clamou a Deus em seu quarto. Isso merece uma reflexão. Nosso quarto deve ser um lugar de oração, um altar, um lugar de intimidade com Deus. Em I Rs 18.36-39 – Elias orou e fogo do céu desceu. Já em I Rs 18.42-46 – Elias orou e Deus mandou chuva.

É importante observarmos essas ultimas duas orações de Elias, na primeira Deus o ouviu rapidamente, na segunda teve que orar sete vezes. Pense nisso!!!

Seminarista Márcio Coelho da Silva

A soberania de Deus e a providência divina


A soberania de Deus e a providência divina

A soberania de Deus é a autoridade inquestionável que Deus exerce sobre todas as coisas criadas, quer na Terra, quer nos céus. A soberania divina está baseada em sua onipotência, onipresença e onisciência. Isto significa que todos precisam de Deus para existir; sem Ele, não há vida e nem movimento.

A soberania de Deus manifesta-se na criação, na providência e na obra da redenção.

A doutrina da soberania de Deus reconhece e proclama que todas as coisas e todos os seres estão sob o controle de Deus que os conduz a fins santos em Seus desígnios inescrutáveis. O presbiterianismo crê que Deus é verdadeiramente o todo-poderoso e que não está sujeito a equívocos, enganos e derrotas.

Deus estabeleceu um plano eterno-anterior à criação – e este plano cumpre rigorosamente, sem que sejam violadas a vontade e a responsabilidade dos seres morais: anjos e homens.

Os aspectos misteriosos e paradoxais da experiência humana não são explicados pela mente limitada do homem.

Aquele que crê na soberania de Deus proclama e louva a inescrutabilidade do criador. Humilha-se o homem e exalta a supremacia absoluta do todo-poderoso.

A crença na soberania de Deus é consoladora porque reconhece e proclama que tudo que sucede no universo, com os indivíduos e com as nações, procura a finalidade sábia e santa determinada por Deus.

A doutrina da providência divina, como também a da segurança de salvação em Jesus Cristo, não poderia existir se Deus não fosse absoluto, soberano sobre tudo e sobre todos.

Rev. Oséas Barreto Velasco

sábado, 24 de setembro de 2011

Nosso templo está sendo pintado para o aniversário.

As obras no nosso templo continuam. Depois da troca das telhas, agora está sendo feito o rebaixamento do teto e pintura interna e externa. É a primeira pintura que nosso templo recebe, desde sua construção. Até o início dos cultos do nosso 5º aniversário, a partir do dia 28 de outubro, estará tudo concluído. Veja algumas fotos. Clique nas fotos para vê-las ampliadas.





domingo, 18 de setembro de 2011

Igreja: Deus insere seu povo em uma nova comunidade


Igreja: Deus insere seu povo em uma nova comunidade

“Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus; edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce  para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito”. (Ef. 2.19-22).

A Igreja existe em Cristo e, por isso, ela é uma realidade distintiva do Novo Testamento. Ao mesmo tempo, a Igreja é uma continuidade de Israel, a semente de Abraão e o povo da aliança de Deus. A nova aliança sob a qual a Igreja vive (I Co. 11.25; Hb. 8.7-13) É uma nova forma do relacionamento em que Deus diz à sua comunidade escolhida: “Eu serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo” (Jr. 7.23; 31.33).

Às vezes, o Templo de uma Igreja é chamado de casa de Deus. Na verdade, a casa de Deus não é a construção, mas sim as pessoas. Ele vive em nós e é por nosso intermédio que Ele se apresenta aos olhos do mundo. As pessoas poderão entender que Deus é amor e que Cristo é Senhor se vivermos em harmonia com os demais e de acordo com o que Ele diz em sua palavra. Somos cidadãos do Reino de Deus e membros de sua família. 

Estar edificada sobre os fundamentos dos Apóstolos e Profetas significa que a Igreja não foi edificada sobre idéias modernas, e sim sobre a herança espiritual que recebemos dos primeiros profetas e Apóstolos da Igreja Cristã.

O Novo testamento ensina que a Igreja é o cumprimento das esperanças e disposições do Antigo testamento, realizado por Cristo. A igreja é a família e o rebanho de Deus (Jo. 10.16; Ef. 2.18), é o seu Israel (Gl. 6.16), o corpo e a noiva de Cristo (Ef. 1.22-23) e o Santuário do Espírito Santo (I Co. 3.16). A igreja é uma única comunidade que presta culto a Deus. Permanentemente reunida no verdadeiro santuário, a Jerusalém Celestial (Gl. 4.26; Hb. 12.22-24) e o lugar da presença de Deus. Por estes e outros motivos temos o privilégio de pertencer a Igreja de Cristo e, portanto, membros da família de Deus. Desfrutemos com alegria desta bênção! 

Rev. Oséas Barreto Velasco.

O que tem no livro de Daniel?


O que tem no livro de Daniel?

Profecias sobre a ascensão e a queda de governos humanos, desde a antiga Babilônia até que o Reino de Deus esmague a todos eles e assuma o governo do mundo.

Daniel e três companheiros dele, exilados em Babilônia, demonstram integridade para com Jeová.

Enquanto são preparados para servir na corte de Nabucodonosor, abstêm-se do vinho e das iguarias dele; Deus os favorece com conhecimento e perspicácia. (1:1-21)

Sadraque, Mesaque e Abednego negam-se a participar na adoração da gigantesca imagem de Nabucodonosor; dizem firmemente ao rei irado que não adorarão os deuses dele; ele manda que sejam amarrados e lançados na fornalha superaquecida; anjo liberta-os ilesos. (3:1-30)

Altos funcionários ciumentos tramam contra Daniel; apesar de um interdito proibi-lo, este continua a orar ao seu Deus e não procura esconder isso; ele é lançado na cova dos leões; anjo liberta-o ileso. (6:1-28)

Sonhos e visões proféticos apontam para o Reino de Deus nas mãos do Seu Messias.

Uma imensa estátua é esmagada por uma pedra cortada, sem mãos, dum monte; a estátua retrata a sucessão de potências mundiais começando com Babilônia e terminando com todas elas serem esmiuçadas e substituídas pelo Reino de Deus. (2:1-49)

Uma enorme árvore é cortada e enfaixada por sete tempos; cumpre-se inicialmente quando o rei fica demente e vive como animal, por sete anos, até que reconhece que o Altíssimo é Governante no reino da humanidade, e que Ele dá o domínio a quem quiser. (4:1-37)

Uma escrita à mão aparece na parede quando Belsazar usa vasos do templo de Jeová para brindar seus deuses ídolos; Daniel é chamado, censura destemidamente o rei, explica a escrita, dizendo-lhe que o reino dele foi entregue aos medos e aos persas. (5:1-31)

Seminarista Márcio Coelho

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Documentário sobre a Igreja Presbiteriana do Brasil


Assista ao documentário "De Simonton aos dias de hoje", sobre a história da Igreja Presbiteriana do Brasil. Produzido para as comemorações dos 150 da IPB em 2009.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

5º Aniversário da Igreja Presbiteriana Central de Senador Camará


5º Aniversário da Igreja Presbiteriana Central de Senador Camará
28, 29 e 30 de outubro de 2011

Resgatando Vidas & Valores

"... não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados ... mas com o precioso sangue de Cristo ..."
(1 Pedro 1:18-19)

Pastores Convidados:
Eurípedes da Conceição ( IPB Tijuca)
Ademar Gomes da Silva Filho (3ª IPB Nilópolis)
Anderson José da Silva (IPB Angra dos Reis)

Participações Musicais:
Conjunto Louvores do Coração ( 1ª Igreja Batista de Bangu)
Coral Doxa (1ª Igreja Batista em Pavuna)
Edmar Santos (IPB Tingui)

domingo, 11 de setembro de 2011

Hoje é o 11 de setembro para uma nação com alma ferida.


Hoje é o 11 de setembro para uma nação com alma ferida.

Onde você estava no dia 11 de setembro de 2001? Certamente essa resposta todos nós sabemos dar com precisão. Pois foi nesse dia que o mundo viu pela televisão o maior atentado terrorista da história. Fato que marcou a história e nossas lembranças.

O ato terrorista nos causa repúdio. Mas, nesse episódio em especial, somos confrontados pela realidade de quem é o ser humano sem Deus. Ele é capaz das mais impensáveis e covardes barbaridades que maculam a nossa condição humana. Afinal de contas, Deus não fez monstros e sim seres humanos.

Entretanto, essa tragédia tem outro lado. Esse lado de que falo é uma nação com alma ferida e que se chama EUA. O 11 de setembro abriu uma ferida nos cidadãos daquele país que precisa ser tratada urgentemente. Muitos não conseguem perdoar e querem vingança. E querem combater a violência com mais violência. 

Oremos em favor dessa nação para que ela encontre o caminho do perdão como remédio para as dores de sua alma. Afinal de contas, o amor triunfará sempre. Ele jamais acaba e nos faz olhar para frente. Sempre haverá outro dia após o 11 de setembro, pois é Deus quem o preparou.

Seminarista Márcio Coelho

sábado, 10 de setembro de 2011

Eleições de Oficiais


ELEIÇÕES DE OFICIAIS

Cabe à Assembléia da Igreja local, quando o respectivo Conselho julgar oportuno, eleger Pastor Efetivo, Presbíteros e Diáconos. O conselho convocará a Assembléia da Igreja e determinará o número de oficiais que deverão ser eleitos, podendo sugerir nomes dos que lhe pareçam aptos para os cargos, e baixará instruções para o bom andamento do pleito, com ordem e decência. 

O pastor, com antecedência de ao menos trinta dias, instruirá a Igreja a respeito das qualidades que deve possuir o escolhido para desempenhar o ofício. 

Só poderão votar e ser votados nas assembléias da Igreja local, os membros e plena comunhão, cujos nomes estiverem no rol organizado pelo Conselho, observando que estabelece o art. 13 da CI/IPB e seus parágrafos. 

Todos os membros em plena comunhão devem cumprir com se dever, comparecendo à assembléia da Igreja e votar para composição do Conselho e da Junta Diaconal conforme instrução das Sagradas Estruturas e da  Constituição da Igreja (art. 14 CI/IPB). A falta dos membros à assembléia constitui falta passível de censura.

A Igreja foi instruída, orou e agora é hora de escolher pelo voto os oficiais. Cumpra com seu dever e continue orando e cooperando para que os irmãos eleitos desempenhem bem suas funções para o bom funcionamento dos trabalhos da igreja. Que Deus vos abençoe.

Rev. Oséas Barreto Velasco.

domingo, 4 de setembro de 2011

O Diácono e a Casa do Senhor

O DIÁCONO E A CASA DO SENHOR

O Diácono tem uma responsabilidade pela casa do Senhor. A constituição da nossa Igreja atribui ao Diácono o dever de zelar pela boa ordem durante os trabalhos e de cuidar do Templo e das suas pendências.

O Diácono ainda é um cooperador na liturgia, durante o culto, mantendo a ordem nas dependências da Igreja e no salão principal para que haja reverência entre os presentes.

É bom lembrar que o Diácono precisa atuar antes do culto, na preparação do ambiente apropriado para o bom andamento dos exercícios espirituais. Durante o culto para manter o ambiente favorável. Após o culto, na arrumação, no fechamento de todas as portas e janelas, no apagar das luzes e na verificação de todas as instalações, anotando possíveis avarias afins de que possa informar ao conselho da Igreja para necessárias providências.

O Diácono foi eleito pela igreja e ordenado pelo Conselho. Por isso não é demais lembrar que precisa da cooperação da Igreja e coordenação do Conselho para desempenhar bem a sua função. Portanto, a responsabilidade quanto ao bom andamento dos trabalhos na casa do Senhor é de todos os membros da Igreja e não somente dos Oficiais eleitos. È válida uma exortação à Igreja, já que estaremos, na próxima semana, procedendo a eleições de Oficiais: Ore pelos Oficiais, vote com seriedade, continue orando com fidelidade e participe com intensidade. Lembre-se, Diaconia é serviço. Você foi chamado para servir. Você, digo, não só os Diáconos; todos os crentes.

Rev. Oséas Barreto Velasco.

sábado, 3 de setembro de 2011

O que farei na Semana da Pátria?


O que farei na Semana da Pátria?

O dia 7 de setembro é muito especial para nós os brasileiros, pois foi a partir desta data que ficamos livres de Portugal. Então com D. Pedro I a frente, um novo país surgia com grandes desafios.

Sei que sempre devemos orar pela nossa pátria, entretanto peço a todos que nesta semana se empenhem mais em interceder pelo Brasil. Precisamos de decisões políticas e econômicas mais justas para todos, que se combata o narcotráfico com mais sucesso, de melhores condições na educação e na saúde pública, garantir a vitória sobre o fantasma da inflação, vencer a miséria e a fome que ainda existem no solo de nossa pátria, ter mais vitória no combate à corrupção, que haja mais respeito para com os idosos, mais punição para quem alicia as crianças e mulheres para o turismo sexual, de encontrar e punir quem mantém o trabalho escravo, diminuir as diferenças sócio-econômicas entre as regiões do Brasil, ter mais sucesso na hora de controlar as explosões de violência nas grandes cidades, dá um fim nas letras de músicas que apresentam a mulher como um objeto sexual e orar para que a imoralidade não contamina a Igreja do Senhor Jesus em nossa querida pátria.

O Brasil agora tem outros desafios a vencer como os que acima foram elencadas. Oremos irmãos, pois necessitamos de um país mais cristão e temente à Palavra de Deus.

Seminarista Márcio Coelho da Silva

Blog da Igreja Presbiteriana Central de Senador Camará - http://ipcentralcamara.blogspot.com