Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

A relevância da Teologia de Calvino para o século 21

Hoje, 10 de julho de 2009, se comemora 500 anos do nascimento do Reformador João Calvino, e por isso reproduzimos aqui um texto extraído do site do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, do Instituto Presbiteriano Mackenzie.

A RELEVÂNCIA DA TEOLOGIA DE CALVINO PARA O SÉCULO 21

Lyle D. Bierma*

Introdução

No seminário norte-americano em que eu e o professor Carl Bosma ensinamos – Calvin Theological Seminary – eu leciono uma matéria intitulada “Teologia Cristã Global”. Nessa matéria nós lemos livros e ensaios escritos por teólogos de fora da Europa e da América do Norte – teólogos da África, Ásia e América Latina. Muitos desses escritos são bastante críticos da teologia do Ocidente (Europa e América do Norte). Por exemplo, alguns teólogos evangélicos latino-americanos que nós temos lido afirmam que os missionários protestantes trouxeram para a América Latina uma teologia avivalista e negadora do mundo vinda diretamente do evangelicalismo americano. A preocupação básica dessa teologia era a alma, não o corpo; a salvação individual, não mudanças sociais; a vida futura, não a vida aqui na terra. O evangelho que esses missionários trouxeram estava voltado somente para as necessidades “espirituais” dos seres humanos. Abordar coisas que estivessem fora dessa esfera espiritual seria recair no liberalismo teológico e em um tipo de evangelho social. Segundo esses críticos, a teologia ocidental nunca se contextualizou adequadamente na América Latina. Em conseqüência disso, não emergiu nenhuma teologia autóctone na América Latina até o surgimento da teologia da libertação nos anos 60 e 70. O protestantismo ocidental, e a teologia que fazia parte do mesmo, era simplesmente mais uma religião imposta a esta parte do mundo. Ele não abordou nem refletiu com seriedade o contexto latino-americano para o qual havia vindo.

Esses teólogos não-ocidentais fazem ainda outras críticas à teologia ocidental: ela tem uma orientação excessivamente abstrata e filosófica, está organizada de maneira excessivamente sistemática, é excessivamente racional e lógica, está ligada muito de perto às ideologias políticas e às estratégias econômicas do Ocidente, e é por demais alienada da realidade, ou seja, aparentemente está inconsciente da maneira pela qual a vida é experimentada pela maior parte da população mundial. Quase que se pode imaginar esses críticos dizendo o seguinte sobre o nosso tema: “Como é que a teologia de João Calvino, um europeu ocidental que viveu há quase quinhentos anos, pode ter qualquer relevância para o século 21 – especialmente para a igreja fora do Ocidente?”

Eu não estou aqui para defender a teologia ocidental dessas acusações. Na realidade, entendo que existe alguma verdade nessas críticas, muito embora elas sejam um tanto simplistas. O que pretendo fazer nesta oportunidade é avaliar essas alegações no caso de um teólogo ocidental, a saber, João Calvino. Por verdadeiro que seja que a teologia ocidental tem pouca relevância hoje – especialmente para os cristãos do chamado “Mundo Majoritário” ou Hemisfério Sul – creio que isso não é verdade no que diz respeito à teologia de Calvino. Existe relevância, até mesmo uma relevância transcultural, em grande parte da teologia de Calvino – não somente com respeito ao seu conteúdo, mas também e especialmente com respeito a toda a sua maneira de abordar a teologia, isto é, como ele encarava a natureza e o objetivo da reflexão teológica.
Nesta oportunidade vou me limitar a considerar a relevância contemporânea de apenas dois aspectos da teologia de Calvino: (1) a maneira como ele relacionou a teologia com a piedade e (2) a maneira como ele relacionou a teologia com a sociedade. Piedade e sociedade. Porém, para aqueles que não estão muito familiarizados com o homem Calvino, eu gostaria inicialmente de apresentar uma breve síntese da sua vida.

1. A Vida de Calvino

João Calvino nasceu em 1509 no norte da França. Quando era um menino de 14 anos, ele mudou-se para Paris a fim de estudar latim e artes, obtendo os graus de bacharel e de mestre com cerca de 17 anos. Nesses anos em Paris, ele sofreu a influência do movimento reformista do final da Idade Média conhecido como humanismo cristão, um programa de reforma educacional, cultural e eclesiástica baseado no estudo de textos clássicos e cristãos antigos. Inicialmente o pai de Calvino havia pretendido que o filho realizasse estudos avançados de teologia e se tornasse um homem da igreja; todavia, devido a seus problemas recentes com a Igreja Católica, ele acabou direcionando o jovem Calvino para o estudo do direito civil. Nos cinco anos seguintes Calvino estudou com vistas ao grau de direito nas universidades de Orléans e Bourges, e paralelamente começou a estudar grego. Durante esses anos na escola de direito ele também se comprometeu com a fé protestante e começou a pregar ocasionalmente.

Após a sua formatura em direito, Calvino continuou a estudar grego (e talvez hebraico) e iniciou o que parece ter sido uma carreira acadêmica como um erudito humanista protestante – ensinando e escrevendo nas áreas de direito e teologia. Todavia, sendo um protestante em um país católico, ele foi obrigado a mudar-se com freqüência e eventualmente teve de fugir da própria França. No verão de 1536, Calvino se deteve para pernoitar em Genebra, Suíça, a caminho de Estrasburgo, Alemanha. Foi convencido por Guilherme Farel, um dos líderes protestantes de Genebra, a permanecer ali e auxiliá-lo na reforma da cidade. Calvino concordou com relutância e iniciou o seu trabalho como pastor e preletor de Bíblia. Todavia, as elevadas expectativas morais de Calvino e Farel com relação aos habitantes de Genebra, que havia abraçado o protestantismo recentemente, causaram a expulsão desses homens dois anos mais tarde, e Calvino finalmente se fixou em Estrasburgo. Ali ele trabalhou como professor universitário e pastor de uma igreja de refugiados franceses, sob a orientação de Martin Bucer, o grande reformador de Estrasburgo. Durante sua estadia de três anos nessa cidade, Calvino também publicou o primeiro de seus muitos comentários da Bíblia e se casou com a viúva de um ex-anabatista.

Em 1541 Calvino foi convidado a voltar para Genebra e ali permaneceu até a sua morte 23 anos mais tarde. Ele não ficou sem inimigos, mas grande parte da oposição política às suas reformas desapareceu em meados da década de 1550, e os últimos dez anos da sua vida foram pacíficos e produtivos. Além de pregar e ensinar, Calvino continuou a oferecer conselhos políticos aos órgãos dirigentes de Genebra, embora nunca tenha ocupado nenhum cargo público e não tenha se tornado um cidadão oficial de Genebra até 1559. Ele também persuadiu as autoridades políticas a construírem uma academia teológica em Genebra, que logo se tornou o seminário reformado mais importante da Europa. Nos últimos anos de sua vida, ele concluiu a quinta e última edição das Institutas da Religião Cristã, um sumário de teologia que havia atingido 1500 páginas. A academia de Calvino, seus escritos teológicos e suas milhares de cartas a igrejas e indivíduos fora de Genebra ampliaram a sua influência em toda a Europa, e por ocasião da sua morte em 1564 ele já era conhecido como um reformador internacional. Como alguns de vocês talvez saibam, em 1556 Calvino e seus colegas até mesmo enviaram a uma pequena colônia francesa no Brasil vários jovens de Genebra, dois dos quais se tornaram os primeiros pastores protestantes a atravessarem o Oceano Atlântico. Hoje a influência de Calvino ainda é sentida ao redor do mundo nos lugares em que se difundiu o cristianismo reformado e presbiteriano.

2. Teologia e Piedade

Voltemos agora às duas maneiras sugeridas anteriormente nas quais a teologia de Calvino é relevante para a igreja mundial no século 21. Essas duas maneiras tem a ver não tanto com o conteúdo da teologia de Calvino, mas com toda a sua maneira de fazer teologia.
Em primeiro lugar, vejamos como Calvino relaciona teologia e piedade. A primeira edição dasInstitutas de Calvino, em 1536, tinha o seguinte título longo e interessante – “Institutas da Religião Cristã, contendo virtualmente toda a soma da piedade e tudo o que necessita ser conhecido sobre a doutrina da salvação: Uma obra que vale a pena ser lida por todos os cristãos que têm zelo pela piedade”. Para começar, trata-se de “institutas”. Institutio em latim significa algo como “instrução básica”, “compêndio” ou “manual de instruções”. Mas um manual de que – de teologia? Não, um manual “que contém virtualmente toda a soma da piedade”, um manual “que vale a pena ser lido por todos os cristãos que têm zelo pela piedade”. Não se trata de um livro primariamente sobre teologia, mas sobre piedade. Obviamente existe muita teologia no livro. Mas para Calvino a reflexão teológica nunca é um fim em si mesma. A teologia é sempre utilizada a serviço da piedade; ela deve conduzir à piedade. Assim, a teologia de Calvino algumas vezes tem sido chamada de theologia pietatis, uma “teologia da piedade”.

Mas o que Calvino quer dizer com piedade? Na mesma sentença de abertura das Institutas, nós lemos: “Quase toda a sabedoria que possuímos... consiste em duas partes: o conhecimento de Deus e de nós mesmos” (1.1.1). Na seção seguinte, Calvino passa a dizer que, quando se trata do conhecimento de Deus, “nós não diremos que... Deus seja conhecido onde não existe religião ou piedade. . . Eu denomino ‘piedade’ aquela reverência unida ao amor a Deus que o conhecimento dos seus benefícios induz” (1.2.1). Ou então: “Aqui certamente está a religião pura e verdadeira: a fé tão unida a um sincero temor a Deus que esse temor também inclui uma reverência voluntária e leva consigo o culto legítimo que está prescrito na lei” (1.2.2). Portanto, para Calvino o verdadeiro conhecimento de Deus é um conhecimento sobre Deus que é aplicado na piedade ou devoção, isto é, em reverência, fé, amor, adoração, obediência e serviço a Deus. A teologia – o estudo de Deus, a busca de conhecimento acerca de Deus – deve evocar uma resposta de piedade em nós se queremos verdadeiramente conhecer a Deus. Pois, como diz Calvino,Como pode o pensamento de Deus penetrar em sua mente sem que você perceba imediatamente que, visto ser obra de suas mãos, você foi... vinculado a ele por direito de criação, você deve a sua vida a ele? – que qualquer coisa que você empreende, qualquer coisa que faz, deve ser atribuída a ele? (1.2.2).

A teologia deve levar à piedade.

É exatamente assim que Calvino realiza a sua própria reflexão teológica ao longo dasInstitutas; as Institutas são na realidade um manual de instruções sobre a piedade. Por exemplo, ao tratar acerca de Deus, o Criador, Calvino não somente explica os detalhes da doutrina da criação, mas também exorta o leitor a “comprazer-se piedosamente nas obras de Deus” (1.14.20). O que significa confessar que Deus é o Criador dos céus e da terra? Primeiramente, diz ele, significa refletir sobre a grandeza do divino Artista mediante a contemplação de suas maravilhosas obras de arte. A criação reflete “essas imensas riquezas de sua sabedoria, justiça, bondade e poder... [e] nós devemos meditar sobre elas longamente, considerá-las em nossas mentes com seriedade e fidelidade, e evocá-las repetidamente” (1.14.21). Mas a nossa resposta deve ir além disso. Nós também devemos compreender, diz Calvino, que Deus criou todas as coisas para o bem da humanidade; devemos “sentir o seu poder e graça em nós mesmos e nos grandes benefícios que ele nos concedeu, e assim sermos levados a confiar, invocar, louvar e amá-lo” (1.14.22). Isso é piedade. Essa é uma teologia que conduz à piedade. Para Calvino, estudar a doutrina da criação não é mero exercício intelectual; envolve a pessoa inteira – coração, alma, mente e força. Como ele disse no final dessa seção acerca da criação: “Convidados pela grande doçura da beneficência e bondade [de Deus], dediquemo-nos a amá-lo e servi-lo de todo o nosso coração” (ibid.).

O mesmo se aplica à maneira como Calvino trata da predestinação, uma questão doutrinária sobre a qual ele tem sido freqüentemente mal-compreendido e violentamente atacado. O historiador americano Will Durant certa vez escreveu: “Nós sempre acharemos difícil amar o homem [Calvino] que obscureceu a alma humana com a mais absurda e blasfema concepção acerca de Deus de toda a longa e honrada história das tolices”. E o tele-evangelista americano Jimmy Swaggart certa vez afirmou: “Creio que Calvino fez com que incontáveis milhões de almas fossem para a perdição”. Todavia, a predestinação é um conceito bíblico, um conceito com o qual os teólogos ocidentais tinham se debatido por mil anos antes de Calvino. O que Calvino faz com essa doutrina é o que ele faz com toda a sua teologia – ele a relaciona com a piedade do crente. A doutrina da eleição, diz ele, em primeiro lugar acentua para nós que a salvação é sola gratia: é totalmente e inteiramente pela graça de Deus. Portanto, a doutrina da eleição deve nos humilhar, porque ela nos defronta com o fato de que não temos nenhuma contribuição a dar para a nossa salvação; ela é unicamente uma obra de Deus. Deus nos escolheu antes que nós o escolhêssemos. Em segundo lugar, essa doutrina devia levar-nos a glorificar a Deus por essa grande dádiva que ele graciosamente nos concedeu (3.21.1). Por fim, ela pode assegurar-nos do caráter definitivo da nossa salvação, pois Deus prometeu em Romanos 8 que aqueles a quem ele predestinou para a salvação nunca irão separar-se do seu amor. Como Calvino disse: “Cristo nos libertou da ansiedade nessa questão... Quando somos dele, somos salvos para sempre” (3.24.6). Calvino não pretendeu que a predestinação fosse uma doutrina aterrorizante para o crente, mas uma doutrina consoladora.

Essa teologia da piedade foi assimilada por muitas confissões reformadas na própria época de Calvino e nos anos posteriores à sua morte. A denominação à qual eu e o professor Bosma pertencemos, a Igreja Cristã Reformada da América do Norte, subscreve três dessas antigas confissões reformadas – a Confissão Belga, o Catecismo de Heidelberg e os Cânones de Dort – e em todas as três está presente essa aplicação pessoal, prática e experimental das doutrinas. Por exemplo, a Confissão Belga de 1561 explica com alguns detalhes a doutrina da providência de Deus, mas também dá atenção a qual deve ser a nossa resposta a esse ensino (Art. 13). Nós não devemos ser excessivamente curiosos quanto às obras de Deus que ultrapassam a compreensão humana. Devemos adorar as decisões de Deus com humildade e reverência. Devemos reconhecer “o conforto indizível” que essa doutrina nos dá em seu ensino de que nada nos pode acontecer por acaso. E podemos repousar no pensamento de que “Deus controla os demônios e todos os nossos inimigos, os quais não podem nos ferir sem a sua permissão e vontade”. Essas são respostas de piedade!

Uma teologia de piedade é ainda mais pronunciada no Catecismo de Heidelberg, de 1563. Como um catecismo, obviamente ele foi concebido como um guia para ensinar, pregar e aprender doutrinas. Mas ele sempre apresenta as doutrinas com um propósito em mente: aplicar essas doutrinas à vida e experiência cristãs; instilar no crente um senso de consolo ou certeza da salvação; evocar no crente uma resposta de gratidão por sua libertação do pecado e da miséria espiritual. Ouça algumas das perguntas: “Como a ressurreição de Cristo nosbeneficia?” (P. 45); “Como a volta de Cristo para julgar os vivos e os mortos consola você?” (P. 52); “Que bem lhe faz, todavia, crer em tudo isto?” (P. 59); “Por que ainda precisamos praticar boas obras?” (P. 86); “Por que os cristãos precisam orar?” (P. 116). A reflexão teológica no Catecismo de Heidelberg não é um exercício abstrato. Ela é relevante para a vida e a experiência do crente.
O que Calvino e as confissões fazem aqui não é de fato uma coisa nova. Essa teologia da piedade já estava evidente na tradição humanista cristã na qual Calvino foi formado. Porém, o que é mais importante, ela tem o seu fundamento nas Escrituras, o recurso básico de Calvino na elaboração da sua teologia. Quando Calvino descreve o conhecimento de Deus como um conhecimento sobre Deus que evoca uma resposta de confiança, obediência e amor por Deus, ele está simplesmente ecoando o ensino da própria Escritura. Encontramos já no Antigo Testamento que o conhecimento de Deus não é mera posse de informações sobre Deus. É o reconhecimento dos direitos de Deus sobre nós. É o reconhecimento respeitoso e obediente do poder de Deus, da graça de Deus, das exigências de Deus. Conhecer a Deus é honrá-lo e fazer o que é justo e íntegro. Como Deus diz através do profeta Jeremias:

Não se glorie o sábio na sua sabedoria... mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o Senhor, e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor. (9.23-24)

A implicação é que o Senhor se compraz no amor e na justiça não somente quando ele os pratica, mas também quando nós os praticamos. Então poderemos afirmar que realmente compreendemos e conhecemos a Deus.

O livro de 1 João no Novo Testamento dá ênfase ao mesmo ponto: “Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade” (2.3-4). Portanto, a teologia da piedade de Calvino ressoa com a mensagem da própria Escritura. Pode-se realmente dizer que essa maneira pela qual ele procurou mostrar o valor das Escrituras na sua época não tem relevância em nossos próprios dias?

3. Teologia e Sociedade

Alguém poderá objetar que essa teologia da piedade soa excessivamente individualista, concentrando-se apenas na piedade pessoal. Ela não tem nada a dizer sobre a vida no mundo, o papel do cristão na sociedade, a dimensão comunitária da nossa existência? Certamente que sim para Calvino. A sua teologia da piedade é uma teologia que abrange toda a vida.

Ela realmente começa com a maneira pela qual Calvino e a tradição reformada entenderam o chamado “princípio escriturístico” da Reforma, sola Scriptura, isto é, que somente a Escritura é a nossa autoridade suprema em questões de doutrina e moralidade. O calvinismo, mais do que qualquer outro ramo do cristianismo da Reforma, entendia que isso significava tota Scriptura, isto é, que toda a Escritura é investida de autoridade, tanto o Antigo quanto o Novo Testamento. Os crentes do Novo Testamento desfrutam de algumas vantagens em relação aos crentes do Antigo Testamento, mas os dois testamentos estão vinculados por um único pacto da graça. Assim, o Antigo Testamento ainda é tão plenamente uma parte da revelação normativa de Deus quanto o é o Novo Testamento. Por exemplo, no Novo Testamento encontramos o chamado “mandato missionário” de Mateus 28: “Ide e fazei discípulos de todas as nações”. Mas também existe outro mandato universal na Escritura, o chamado “mandato cultural” no Antigo Testamento: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; exercei domínio sobre ela, cultivai-a e guardai-a” (Gênesis 1 e 2). Esse mandato nunca é repetido no Novo Testamento, mas não precisa ser; ele ainda é válido. A atividade cultural – agricultura, comércio, política, educação – é uma parte da vocação do cristão tanto quanto o evangelismo.

Foi a partir dessa perspectiva das Escrituras que se desenvolveu grande parte da teologia social de Calvino. Para ele, o modelo básico da sociedade se encontrava no Antigo Testamento, na comunidade de Israel. Essa piedade se estendia a todas as dimensões da vida, tanto públicas quanto particulares. Para Calvino, portanto, a reflexão teológica nunca fica limitada ao indivíduo ou apenas às questões “espirituais”. Ela é uma reflexão sobre como toda a Escritura se relaciona com toda a vida.

Para ilustrar isto, quero recorrer a três aspectos do pensamento social de Calvino: sua reflexão cristã sobre a ordem política, sobre três questões econômicas e sobre a educação.

3.1. Política. No que se refere à ordem política, Calvino reconhecia a igreja e o estado como esferas distintas que deviam cooperar estreitamente para edificar uma sociedade cristã. Portanto, ao contrário dos anabatistas daquela época, ele defendia um elevado grau de envolvimento por parte dos cristãos na vida política. “Ninguém deve duvidar que a autoridade civil é uma vocação”, diz Calvino, “não somente santa e legítima diante de Deus, mas também a mais sagrada e de longe a mais honrosa de todas as vocações em toda a vida dos homens mortais” (Institutas 4.20.4). Os cristãos devem honrar as autoridades como “ministros e representantes de Deus” (4.20.22). Elas devem orar pelos magistrados civis e obedecê-los, até mesmo os tiranos, a menos que tal obediência resulte em uma desobediência direta da vontade de Deus. E a igreja tem a responsabilidade profética de advertir as autoridades quando elas erram e exortá-las a cumprirem os seus deveres. Em seu comentário de Amós 8.4, Calvino escreve: “Com freqüência os governan- tes são culpados de muitas coisas; essa é a razão pela qual os profetas se voltam contra eles de maneira tão contundente e rigorosa”. Os porta-vozes proféticos de hoje, diz Calvino, são primariamente os ministros da igreja. É seu dever clamar contra toda injustiça praticada pelo estado, particularmente no que se refere ao tratamento dos pobres e dos fracos.

Qual é o dever dos governantes civis? Acima de tudo reconhecer que “foram ordenados ministros da justiça divina”. O seu tribunal é “o trono do Deus vivo” e eles são “representantes de Deus” (4.20.6). Como tais, é seu dever promover a justiça, a segurança e a paz na sociedade, e especialmente defender os pobres e os fracos contra os ricos e poderosos. O Salmo 82.3 diz: “Fazei justiça ao fraco e ao órfão, procedei retamente para com o aflito e o desamparado”. Em seu comentário desse salmo, Calvino o aplica ao estado: “Um governo justo e bem-regulado se distinguirá por preservar os direitos dos pobres e dos afligidos”.

Mas também é tarefa do governo, Calvino acreditava, promover e proteger a verdadeira religião na sociedade. “Os santos reis”, ele escreve, “são grandemente exaltados nas Escrituras porque restauraram o culto a Deus quando o mesmo estava corrompido ou destruído, ou cuidaram da religião para que por meio deles ela pudesse florescer pura e incontaminada” (4.20.9). Aqui, evidentemente, Calvino mostra ser um homem do seu tempo, refletindo mil anos de busca de um estado cristão no Ocidente. Porém, o que devemos observar é não tanto as conclusões a que ele chega aqui, mas o fato de que ele está se esforçando no sentido de formular uma abordagem conscientemente bíblica e cristã da dimensão política da sociedade.

3.2 .Economia. Como outros líderes da Reforma, Calvino rompeu com a tradição medieval de elevar a “vida contemplativa” acima da “vida ativa” do trabalho diário. O trabalho, diz Calvino, é uma atribuição de Deus pela qual os indivíduos servem ao bem-comum. Deus nos criou não somente como indivíduos, mas como indivíduos em comunidade. Dependemos uns dos outros e devemos servir uns aos outros com os diferentes dons que nos foram dados. Portanto, todas as formas de trabalho são de igual valor e são igualmente agradáveis a Deus se beneficiam de algum modo a comunidade e não contradizem a Palavra de Deus. Não trabalhar quando se tem a capacidade de fazê-lo é algo contrário à Palavra de Deus. Mas, ao mesmo tempo, nãoproporcionar trabalho para aqueles que são capazes também é errado. Assim sendo, Calvino e a cidade de Genebra iniciaram um programa de obras públicas para os milhares de refugiados que estavam afluindo para aquela cidade.

Calvino também aplicou a perspectiva do evangelho à questão dos salários. Para o empregado, o trabalho deve ser entendido como algo feito em primeiro lugar não pelo dinheiro, mas para a glória de Deus. De fato, as pessoas não têm realmente um direito à remuneração; qualquer salário que recebemos é na realidade uma expressão da graça de Deus para conosco – gratuita, imerecida. Porém, do ponto de vista do empregador, o salário deve ser justo. Afinal, o que está ocorrendo é uma dispensação da graça divina e o empregador é um instrumento desse processo. Na verdade, para um empregador cristão, pagar o salário mínimo legal não é suficiente. Como disse Jesus, devemos sempre fazer aos outros como queremos que nos façam.

Finalmente, Calvino fez uma nova abordagem à usura ou à cobrança de juros. A igreja havia proibido toda usura na Idade Média, muito embora algumas pessoas continuassem a praticá-la. Todavia, Calvino argumentou que a Bíblia não proíbe toda forma de usura. As proibições bíblicas contra a mesma precisam ser lidas em seu contexto. A usura foi proibida entre os israelitas da velha dispensação, diz Calvino, porque lhes era fácil realizar negócios sem ela. Mas aquelas circunstâncias mudaram em nossos dias. E a instrução de Jesus, “emprestai, sem esperar nenhuma paga” (Lucas 6.35), visava orientar o nosso relacionamento com os pobres, não com todas as pessoas. Seja como for, Calvino acreditava que quando se tratava de emprestar dinheiro a juros, o nosso comportamento devia ser governado acima de tudo pela lei bíblica do amor. Somente porque uma coisa é legal, isso não a torna amorosa ou justa. Além disso, uma vez mais, nunca devemos fazer algo que não esteja de acordo com a Lei Áurea.

3.3 .Educação. Para Calvino, a responsabilidade principal pela educação recaía sobre a igreja, e não sobre o estado, o que contrariava a tendência geral da Reforma no sentido de transferir a educação da igreja para o controle do estado. Sob a sua influência, os mestres eram nomeados pelos pastores da cidade, deviam submeter-se à confissão de fé de Genebra e estavam sujeitos à disciplina eclesiástica. Calvino chegava a considerar o “mestre de teologia” como um quarto ofício da igreja, ao lado do pastor, do presbítero e do diácono.

O programa educacional que Calvino ajudou a implantar em Genebra tinha um forte componente humanista, isto é, uma grande ênfase no estudo de antigos textos gregos e romanos. Por quê? Em primeiro lugar, porque para Calvino o propósito básico da educação superior, pelo menos, era preparar homens para o ministério do evangelho ou para o serviço público. Essas profissões requeriam pessoas que pudessem pensar bem, falar bem e escrever bem. Quem poderia oferecer um melhor modelo para isso senão os grandes pensadores, oradores e autores do mundo antigo?

Porém, Calvino se voltava para os clássicos por outras razões além do pensamento claro e da retórica refinada. Ele também acreditava que havia verdades a serem encontradas nos antigos autores não-cristãos, verdades que poderiam ajudar-nos a compreender o mundo de Deus e a Palavra de Deus. Como ele diz nas Institutas:

Sempre que nos defrontamos com essas questões nos escritores seculares, que essa admirável luz da verdade que neles brilha nos ensine que a mente do homem,embora decaída e pervertida de sua integridade, no entanto está revestida e ornamentada com os excelentes dons de Deus. Se consideramos o Espírito de Deus como a fonte única da verdade, não rejeitaremos a própria verdade nem a desprezaremos onde quer que ela se manifeste, a menos que desejemos desonrar o Espírito de Deus. (2.2.15)

É por isso que Calvino fazia os estudantes de sua academia lerem antigos autores não-cristãos como Virgílio, Cícero, Ovídio, Sêneca, Lívio, Xenofonte, Políbio e Homero. Na realidade, o professor de grego da academia não ensinava o Novo Testamento grego (isso era feito pelo professor de teologia), mas textos antigos de Platão e Aristóteles sobre ética. Evidentemente, o verdadeiro conhecimento de Deus, diz Calvino, só é possível quando a pessoa foi regenerada pelo Espírito Santo e vê Deus revelado nas Escrituras. Porém, usando os “óculos” das Escrituras, podemos prosseguir para o aprendizado do mundo não-cristão e encontrar muitas coisas verdadeiras e úteis no sentido de preparar os crentes para o serviço cristão. A lente da revelação da Palavra de Deus nos ajuda a focalizar bem a verdade que se encontra no mundo de Deus.

Conclusão

Como, pois, a teologia de Calvino é relevante para o século 21? Não em primeiro lugar por causa do seu conteúdo. Embora certamente haja muito o que se aprender desse conteúdo, existem também aspectos em que é limitada a sua utilidade para o mundo moderno. A relevância da teologia de Calvino reside, acima de tudo, na maneira como ele aborda a tarefa teológica, naquilo que ele considera o propósito da teologia e em como ele empreende a elaboração da teologia. O método de Calvino pode servir como modelo para os teólogos cristãos atuais pelo menos de três maneiras.

Primeiramente, a sua teologia é bíblica. Ela reconhece a Escritura como a Palavra de Deus inspirada e infalível, investida de autoridade suprema para todo o pensamento teológico e a vida cristã. Não somente uma parte da Escritura, mas toda ela, Antigo e Novo Testamento. Como tal, a teologia de Calvino inicia onde começa o Antigo Testamento, com a doutrina da criação. Visto que a salvação é de fato a restauração da criação, os cristãos são conclamados não a evitarem este mundo ou a fugirem dele, mas a servirem a Deus como seus agentes de restauração e reforma neste mundo.

Em segundo lugar, a teologia de Calvino é prática, isto é, está sempre voltada para a piedade cristã. Para ele a teologia não pode ser simplesmente um exercício teórico. Ela não é abstrata, especulativa ou altamente filosófica. Ela nunca é um fim em si mesma. Antes, a teologia sempre deve se relacionar com a vida e a experiência cristã. O conhecimento sobre Deus deve levar ao conhecimento de Deus, isto é, uma resposta a Deus de reverência, amor, obediência e confiança.

Finalmente, a teologia de Calvino é holística. Para ele, o evangelho se dirige não somente às almas ou a pessoas individuais ou às chamadas questões “espirituais”. Ele se dirige à pessoa integral e a todos os aspectos da vida e da sociedade – coisas como exercer um cargo público, praticar desobediência civil, riqueza e pobreza, trabalho, salários, usura, educação, casamento e vida familiar. É por essa razão que um estudioso denominou Calvino não somente um reformador, mas um “revolucionário construtivo”.

Em suma, a teologia de Calvino nos faz lembrar a fonte (a Escritura), o propósito (a piedade) e o escopo (toda a vida) do trabalho teológico. Parece-me que esses lembretes são tão relevantes para a tarefa teológica em nossos próprios dias e em nosso mundo quanto o foram na Genebra de Calvino há quase 500 anos.

Referência
* Professor de Teologia Sistemática no Calvin Theological Seminary, em Grand Rapids, Michigan. Palestra proferida no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper no dia 28 de agosto de 2003. Texto traduzido por Alderi Souza de Matos.

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

100 anos da Igreja Presbiteriana do Retiro

Igreja Presbiteriana do Retiro, localizada na área rural do Estado do Rio de Janeiro, nas proximidades das cidades de Trajano de Moraes, Bom Jardim, Cordeiro e Macuco, vai completar 100 anos em 2010.

A igreja teve seus trabalhos iniciados pelo Rev. Henrique Louro de Carvalho, esteve fechada por alguns anos devido ao êxodo rural no século 20, mas foi restaurada e atualmente é uma congregação da Igreja Presbiteriana de Senador Camará.

O Rev. Noé Machado Botelho, que nasceu na localidade e foi batizado naquela Igreja, está separando fotos e preparando um histórico completo para divulgação da data comemorativa. Mas adiantamos um foto de Ronaldo Montechiare, disponível no site Panoramio. Clique na imagem para vê-la ampliada, e repare que a construção é do tempo que a igreja era "Presbyteriana".


Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Lição de Maria - Blog Coisas de Calvinistas

Aqui no blog usamos um recurso que permite identificar origem dos visitantes da página. É possível saber se encontraram o blog através de uma pesquisa no Google, Yahoo, Bing, etc ..., ou se foi através de um link em outra página.

Por isso, nesta semana, percebemos que estávamos recebendo algumas visitas através de um link no blog Coisas de Calvinistas (http://opinioesreformadas.blogspot.com), do Pastor André Boechat. O Pastor André inseriu o blog de nossa igreja na sua lista de blogs recomendados.

E agora nós também recomendamos o blog do pastor André, e sugerimos que a leitura seja iniciada pela postagem "Lição de Maria". Não deixe de ler.

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Qual a importância da Bíblia para você?


Qual a importância da Bíblia para você?

Existem várias maneiras de responder a pergunta acima. Alguns dizem: "A Bíblia? É apenas mais um livro. Tem algumas palavras de sabedoria aqui e ali, misturadas com um monte de genealogias, mitos e visões malucas". Obviamente este grupo representa a resposta típica do mundo secular. É o grupo que não conhece a Cristo; aceita apenas aquilo que parece estar de acordo com a sabedoria mundana. Para eles, a Bíblia tem pouca importância e ainda menos autoridade.

Um segundo grupo de pessoas diz algo mais ou menos assim: "É claro que sei que a Bíblia é importante. Pelo menos meu pastor pensa assim. Ele está sempre citando a Bíblia e brandindo-a no ar. Mas eu não leio muito a Bíblia, pois não consigo entender bem o que ela diz". Este grupo inclui uma grande quantidade de freqüentadores de igrejas e até mesmo cristãos professos. Sabem que a Bíblia é importante e que deveria ser uma prioridade e uma regra de prática nas suas vidas, mas não fazem muito uso pessoal dela. Negligenciam totalmente seus ensinamentos. Ou então passam por ela levianamente, raramente abrindo a Bíblia por si mesmos, dependendo quase que absolutamente de pastores, professores ou pregadores para lhes darem "explicações". Não aplicam o que a Bíblia ensina. A Bíblia permanece um mistério, um livro confuso, o qual têm de engolir com bravura, como "óleo de fígado de bacalhau", todas as manhãs antes do café.

Em um dos seus livros, o Dr. John MacArthur Jr. faz referência ao terceiro grupo, citando o exemplo de sir Walter Scott, famoso novelista e poeta britânico e que era também cristão devoto. Diz-se que quando Scott estava em seu leito de morte, pediu ao secretário: "Traga-me o Livro". Seu secretário pensou nos milhares de livros que Scott tinha em sua biblioteca e perguntou: "Dr. Scott, qual livro?". "O Livro", replicou Scott, "A Bíblia, o único livro para um homem moribundo!" E todo cristão comprometido teria de acrescentar que a Bíblia não somente é o único livro para um moribundo, mas também é o livro para um homem cheio de vitalidade, porque é a Palavra de Deus. Este terceiro grupo, portanto, encara a Bíblia de forma bem diferente. Para eles, a Bíblia é viva, literalmente pululando de verdades empolgantes. Este grupo não vive apenas de pão, mas de toda palavra que procede da boca de Deus (Mt 4.4).

Em qual das três categorias você se encaixa?

Talvez, entretanto, você esteja pensando que não se encaixa em nenhuma dessas categorias. Se você é como um grande número de cristãos, fica em algum lugar entre o segundo e o terceiro grupo. Você deseja que a Bíblia seja mais importante em sua vida. Quer se submeter à sua autoridade, mas a própria vida mantém a Bíblia distante. Para qualquer lado que se volte, você é seduzido, ou intimidado a esquecer os ensinamentos das Escrituras.

Convém, entretanto, firmar dentro de nós uma verdade básica. Em um mundo de pensamentos relativistas, no qual não existem absolutos, a Bíblia permanece como a autoridade absoluta para o cristão. A Bíblia é a Palavra de Deus, não as idéias, opiniões e filosofias de outra pessoa. Não é nem mesmo uma antologia dos melhores pensamentos dos melhores pensadores. A Bíblia é a Palavra de Deus. Tem ela várias características e qualidades que a tornam extremamente importante em nossa vida.

Você já parou para considerar atentamente as reivindicações que encontramos na Bíblia acerca dela mesma? Já parou para refletir acerca do significado da reivindicação de ser ela a Palavra de Deus?


Publicado no boletim de nossa Igreja no dia 28 de junho de 2009

Domingo, 21 de Junho de 2009

Pastor Noé e Irmã Marly na TV Boas Novas

No último mês de Maio, o Rev. Noé Machado Botelho e a Irmã Marly Botelho participaram do programa Cabeça pra Cima, da Rede Boas Novas de Televisão. O tema do programa foi Harmonia Conjugal, e também participou o cantor Izaías Mendes e a apresentadora Rebekah Câmara.

A partipação está disponível em 6 partes no site de vídeos YouTube. Assista clicando nos links abaixo:
Parte 01 - Rev. Noé Machado Botelho e Irmã Marly Botelho no programa "Cabeça Pra Cima"

Parte 02 - Rev. Noé Machado Botelho e Irmã Marly Botelho no programa "Cabeça Pra Cima"

Parte 03 - Rev. Noé Machado Botelho e Irmã Marly Botelho no programa "Cabeça Pra Cima"

Parte 04 - Rev. Noé Machado Botelho e Irmã Marly Botelho no programa "Cabeça Pra Cima"

Parte 05 - Rev. Noé Machado Botelho e Irmã Marly Botelho no programa "Cabeça Pra Cima"

Parte 06 - Rev. Noé Machado Botelho e Irmã Marly Botelho no programa "Cabeça Pra Cima"

Sábado, 20 de Junho de 2009

Festa na Roça, comemorando os aniversariantes do 2° Trimestre


A nossa próxima programação será uma deliciosa festa na roça com tudo que esta festa tem de bom como pé-de-moleque, canjica, bolo de milho, maça do amor, brincadeiras e muito mais ...

Nesta programação estaremos comemorando o aniversário dos irmãos do 2º trimestre e o dia do amigo, por isso não fique de fora nem esqueça de trazer seu amigo para nossa festa na roça que vai ser pra lá de boa.

Dia 11/07 às 19:00
(Agende já esta data e hora)

Comissão de Festas

P.S - Procure Rosiane ou Ana Luiza para retirar seu convite e também escolher a delícia que você irá contribuir.

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

15 Anos da Confederação de Mocidades do Sínodo Oeste do Rio de Janeiro



A Confederação de Mocidades do Sínodo Oeste do Rio de Janeiro convida para agradecer a Deus pelos seus 15 anos de Organização. O culto será realizado no dia 27 de junho de 2009 às 19 horas no templo da Igreja Presbiteriana de Santa Cruz, situada a Rua Campeiro Mór, 556 - Santa Cruz - Rio de Janeiro - RJ

UMP Vintage - 7 de setembro

LOCAL:
Igreja Presbiteriana de Jacarepaguá

DATA:
07 de setembro de 2009

HORÁRIO:
14h - Histórias, brincadeiras, homenagens, cânticos da época...
(Somente para os que confirmarem e que fizeram parte da UMP nas décadas 80/90)

18h - Culto temático (aberto)

Encontro com a mocidade presbiteriana da década de 80/90. Você, que fez parte dessa história, compartilhará FOTOS e FATOS de congressos, retiros, encontros, federações, confederações.

Histórias e cânticos que marcaram a época em que possuíamos mais cabelos e menos barriga.

Muitos já estarão na tradicional festa do INPAR, portanto estar as 14h na igreja de Jacarepaguá não será tão difícil. A IPJ fica bem próxima do INPAR.

Às 14h com muita gente que há muito não se vê. Povo de Deus que ajudou a construir a história de nossa UMP.

Na programação diurna só participarão o que confirmarem antecipadamente. Não teremos os irmãos que não fizeram parte da UMP nas décadas de 80 e 90.

Encerramento com um “Culto Temático”, aberto a todos.

Veja a comunidade no Orkut.

Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

IPB 150 anos



Domingo, 7 de Junho de 2009

Testemunhas de Perseverança e Fé

TESTEMUNHAS DE PERSEVERANÇA E FÉ

Domingo da Igreja Perseguida.

Como as histórias dos perseguidos inspiram a Igreja Livre a vencer o pecado e o sofrimento. Nós, cristãos brasileiros, fazemos parte da Igreja Livre. Essa Igreja tem liberdade para expressar idéias teológicas das formas e doutrinas mais variadas. Tem liberdade para louvar e para realizar várias reuniões semanais nas igrejas e em pequenos grupos domésticos. Temos também livre acesso a materiais evangélicos, como Bíblias, livros cristãos, Cds e DVDs evangélicos e histórias bíblicas infantis.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Igreja evangélica no Brasil cresceu quase seis vezes em 60 anos, totalizando cerca de 26 milhões de evangélicos no país. Esse crescimento é importante e relevante. Porém, apenas 0,03% dos evangélicos da Igreja Livre brasileira têm acesso e conhecimento sobre os 200 milhões de cristãos perseguidos em todo o mundo. Por que os demais deveriam conhecer os perseguidos?

Os testemunhos de fé dos perseguidos nos inspiram a imitá-los. Na verdade, o modo deles de agir já havia sido predito pelo escritor do livro de Hebreus, quando diz: “Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta” (Hb 12.1).

As testemunhas fiéis nos inspiram a deixar de lado o pecado. Vinte e oito cristãos foram levados para a prisão na Eritréia, entre eles uma mulher. Foram presos durante uma reunião de oração e estudo bíblico No dia seguinte, o pastor deles foi até a prisão para falar com um policial sobre os membros de sua igreja e, como resultado, ele também foi preso. No dia seguinte, os investigadores disseram à senhora cristã:

- “O que você está esperando? Prendemos até seu pastor e ele negou Jesus. Confessou que estava corrompendo vocês e outras pessoas por meio do que ensinava sobre esse Salvador a quem vocês sempre se referem”.

Era uma armadilha. No entanto, após ouvir essas palavras, a senhora disse:

- “Eu não acredito que meu pastor tenha negado Jesus. Mesmo que ele tenha feito isso, não vou trair meu Senhor. Não sigo meu pastor, sigo Cristo, que é minha vida e me dá sentido para viver”.

O policial ficou indignado, mas impressionado, ao mesmo tempo, pela coragem e determinação que viu naquela cristã. Ela ficou presa por um mês e foi libertada sem que ninguém pagasse sua fiança e sem ter renunciado a Cristo.

Que nós Cristãos da Igreja Livre possamos tomar como exemplo o testemunho de fé desses irmãos perseguidos e deixemos o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta.

Comissão de Missões

Sábado, 6 de Junho de 2009

Fotos do Culto da Família 2009

Fotos do Culto da Família, realizado no último domingo, 31 de maio de 2009. A mensagem foi pelo Rev. Celso Falleiro, com renovação dos votos e confraternização no final. Veja algumas fotos:














Fotos do Encontro da Família - Jantar Oriental

Veja algumas fotos do Encontro da Família, com um Jantar Oriental, realizado no sábado dia 30 de maio de 2009, em nossa Igreja.


Os presentes no Encontro

Irma Marly e Pastor Noé Machado Botelho trazendo uma mensagem para as famílias.

Irmã Marly Botelho durante a palestra

Pastor Noé Machado Botelho orando

Pastores Noé e Celso tentando decifrar um "enigma" chinês.





Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Mutirão de Oração Por Crianças e Adolescentes em Situação de Risco


Jesus,
Pedimos que as crianças deste mundo cresçam com alimento, água, família, educação e amor, assim como você cresceu.
Oramos para que todas as igrejas e organizações continuem a lutar pelo bem-estar das crianças em risco.

  Oração 2009, por Almudena, de 16 anos (Costa Rica)
 

Feche os olhos...
Ore pelas crianças em situação de risco do mundo, do Brasil, da sua cidade. Interceda ao Senhor que nos ouve! Ore no trabalho, na igreja, em casa. Ore por 10 minutos ou por horas.
Nos dias 5, 6 e 7 de junho - próxima sexta-feira, sábado e domingo - cristãos de todo o mundo vão se unir em oração. Não fique de fora desse Mutirão!

... E abra a boca
Isso mesmo! Depois de ter seu momento de oração, preencha a Folha de Comentários 2009 e envie para cartas@maosdadas.org. Seu retorno é muito importante para sabermos os resultados de nossos esforços. Em 2009, queremos mobilizar ao menos 100 mil brasileiros em favor da infância!!

Por que orar?

    * Porque das 700 milhões de crianças que deveriam freqüentar as escolas primárias, aproximadamente 121 milhões não têm esse direito respeitado;
    * Porque uma em cada três pessoas na África não tem comida suficiente e as crianças são as mais prejudicadas;
    * Porque a cada mil crianças brasileiras nascidas, 28 morrem antes do primeiro ano de vida;
    * Porque mais de 15 milhões de crianças menores de 18 anos são órfãs por causa da aids;
    * Porque o cuidado durante a gestação é um direito da mãe e do bebê;
    * Porque viver em uma família que proporcione um ambiente de igualdade, amor e carinho é necessidade de cada criança e adolescente;

Enfim,
Porque queremos que cada criança e adolescente, no Brasil e no mundo, cresçam em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens, assim como Jesus cresceu!

 
 

Boas Notícias
O Senhor nos ouve: “E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão" (Mateus 21.22)

Você pode orar o ano inteiro e ainda ganhar um prêmio da Rede Mãos Dadas. Acesse nosso Calendário de Oração 2009 e saiba mais.
100 mil pessoas mobilizadas pela causa da infância em risco. Esse é o nosso alvo para 2009!

 

Acesse o Material de Apoio


Domingo, 31 de Maio de 2009

Ação Social e Evangelismo - Sábado 06 de Junho

No próximo sábado dia 06/06 das 9:00h às 19:00h na praça do ponto final do ônibus 926, grande evento de ação social promovido pela Federação de Mocidade . Neste evento teremos aplicação de fluor e orientação de higiene bucal, campanha de prevenção contra a dengue( com divulgação de material educativo e tetro pelo corpo de bombeiros) corte de cabelo,teatro infantil e atrações circensis , culto evangelístico e aconselhamento.

Contamos com a oração e participação dos irmãos.

“Abre a sua mão ao pobre, e estende as suas mãos ao necessitado.” (PV 31.20)

Veja abaixo o cartaz de divulgação. Clique na imagem para ampliar.

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Histórico da vida do Presbítero Ildefonso Alves de Freitas

Histórico da vida do Presbítero Ildefonso Alves de Freitas
(01/06/1920 - 26/05/2009)

Nasceu no dia 1° de junho de 1920, no Estado de Minas Gerais. Filho de Afonso Benedito Alves e Etelvina Alves de Freitas. Casado com Dinorah Souza de Freitas. Deixa filhas: Idelci, Idenilde, Idenilsa, Idelir (In memorian), Iris, iderenilde, Débora, Damares e Marta; e dois filhos: Luiz Carlos e Ronaldo; Genros: J. Carlos, José Carlos e Maurício; netos: Ildefonso Melquisedeque, Danila, Heber Lucas e Enzo. Veio de Brasília com a família, no início da década de 60, e foi morar num sítio no final da rua Carnaúba, onde havia a Congregação Presbiteriana, no número 298, que depois viria ser a Igreja Presbiteriana de Senador Camará. Logo que tomou conhecimento do trabalho que lá era realizado passou a fazer parte do mesmo.

O irmão Ildefonso e seu irmão Jurandir foram os construtores da Igreja Presbiteriana de Senador Camará.

Vida Eclesiástica

Foi batizado na infância pelo Rev. Aníbal Nora e professou a fé no dia 18 de junho de 1938, na Igreja Presbiteriana de São José do Calçado, Estado do Espírito Santo, sendo o oficiante o Rev. Antonio Jenur. Na Congregação, e depois na nova Igreja, foi regente do coral por alguns anos. Na organização da Igreja, no dia 27 de abril de 1969, foi eleito diácono e no dia 27 de janeiro de 1974 foi eleito presbítero. Foi Superintendente da Escola Dominical, conselheiro de vários departamentos e, durante alguns anos, Conselheiro da SAF (Sociedade Auxiliadora Feminina), acompanhando todos os trabalhos que eram realizados por este departamento, assim como os realizados pela 3ª idade.

Por um período foi responsável pela Congregação de Coqueiros, até sua organização como Igreja.

Nos últimos anos estava trabalhando na Igreja Presbiteriana Central de Senador Camará, desde o seu período de Congregação, sendo um membro fundador desta Igreja, e um entusiasta corista.

De maneira muito especial, registro um voto de gratidão a Deus pelo trabalho realizado por ele na Congregação do Retiro.

"Deus o deu, Deus o tomou, bendito seja o nome do Senhor."

Pelo Rev. Noé Machado Botelho.
Rio de Janeiro, 26 de maio de 2009


Pb. Ildefonso (terceiro da esquerda para a direita), em uma foto na Igreja Presbiteriana de Senador Camará, em 02 de abril de 1972

Pb. Ildefonso (primeiro a direita) no início das atividades da Congregação da futura Igreja Presbiteriana Central de Senador Camará, em 2003.

Pb. Ildefonso e D. Dinorah, durante a Festa de Missões da Igreja Presbiteriana Central de Senador Camará, em agosto de 2008.

Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Pb. Ildefonso - Culto em ações de graças e sepultamento

Faleceu hoje o Presbítero Ildefonso Alves de Freitas, membro fundador de nossa Igreja, e presbítero emérito da Igreja Presbiteriana de Senador Camará, onde atuou desde a sua organização.

O corpo já se encontra na Igreja Presbiteriana de Senador Camará, na Praça Damasco 28, onde amanhã, quarta-feira, às 08 horas, será realizado um culto de ações de graças pela vida do Pb. Ildefonso. O sepultamento será realizado às 11 horas no Cemitério Jardim da Saudade, em Paciência.

Nota de Falecimento: Pb. Ildefonso Alves de Freitas

Comunicamos o falecimento do Presbítero Ildefonso Alves de Freitas. Maiores informações no telefone da igreja : 21 3462-1937, ou mais tarde neste blog.


Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Culto da Família no próximo domingo

Você e sua família são nossos convidados para o Culto da Família, no próximo domingo, dia 31 de maio de 2009, às 19 horas.

Domingo, 24 de Maio de 2009

IGREJA DO SENHOR JESUS X IGREJA INSTITUIÇÃO: COMO ENTENDER O QUE OS CRISTÃOS CHAMAM DE IGREJA? - Parte I

IGREJA DO SENHOR JESUS X IGREJA INSTITUIÇÃO: COMO ENTENDER O QUE OS CRISTÃOS CHAMAM DE IGREJA?
(parte I)

No Novo Testamento encontramos a palavra “igreja” traduzida da palavra em grego “ekklésia”, que significa “a reunião dos santos chamados para fora”. O teólogo Wayne Grudem afirma que igreja é a comunidade de todos os verdadeiros crentes em todas as épocas, que a igreja é composta de todos os que são verdadeiramente salvos. A igreja do Senhor, portanto, é invisível, porque retrata uma realidade espiritual da comunhão dos santos. William McDonald afirma que a Igreja não é uma organização, mas um organismo. Não é uma mera instituição, mas uma unidade viva. E a comunhão de todos os que nasceram de novo e participam da vida de Cristo e, conseqüentemente, estão unidos uns aos outros pelo Espírito Santo. É uma simples comunhão de pessoas sem caráter de instituição humana.

Por outro lado, a Igreja Romana afirma que não há salvação fora da igreja, observando que somente através da organização visível da igreja é que se pode reconhecer a verdadeira igreja invisível. Em outras palavras, o ensino romano defende que a igreja institucional se confunde com a igreja invisível. Tanto Lutero como Calvino discordaram dessa idéia, asseverando que a Igreja Católica Romana possuía uma forma exterior, uma organização, mas que isso era apenas uma casca. Calvino argumentou que exatamente como Caifás (o sumo sacerdote do tempo de Jesus) descendia de Arão, mas não era um verdadeiro sacerdote, assim os bispos católicos romanos “descendiam” dos apóstolos segundo a linhagem de sucessão, mas não eram verdadeiros bispos da igreja de Cristo, pois haviam se desviado da verdadeira pregação do evangelho. Logo, sua organização visível não era a verdadeira igreja.

Nesse debate, vamos perceber que a igreja invisível é a igreja que Deus vê, sendo edificada por Cristo e que será recebida imaculada por Ele. A igreja visível é a igreja que o homem vê, tanto crentes como descrentes, a qual deve ter o compromisso de retratar o máximo possível à igreja invisível. E neste ponto eu tenho me preocupado. Porque tenho observado que a igreja como organização institucional, com CNPJ, títulos (bispo, apóstolos, reverendos, ministérios e etc), fundações pára-eclesiásticas, departamentos, convenções ou concílios, programas de televisão ou rádio, entre outras características tem desfigurado a igreja genuína. A igreja não reflete mais a verdadeira igreja, na mesma proporção que o evangelho pregado por esta igreja visível (salvando as exceções) nem de longe é o evangelho ensinado nas Escrituras. Nesta igreja existe uma dicotomia entre os que conhecem adequadamente o conteúdo legítimo do evangelho, mas não o praticam; e os que praticam com toda a paixão que o evangelho merece, mas é a prática de um evangelho que não é bíblico, é doente, vazio e muitas vezes herético. Registro esses exemplos de descaracterização do evangelho, por conseguinte da igreja, não deixando de lado os muitos aproveitadores que fazem da igreja um comércio sujo, pior do que aqueles que foram chicoteados por Jesus, porque estes faziam em seu próprio nome; mas os aproveitadores de hoje o fazem em nome de Deus, com todo um respaldo de uma teologia distorcida e oportunista.

Esta preocupação faz coro com outras vozes cristãs que têm expressado a mesma insatisfação com o que se tornou a igreja visível. José Barbosa Júnior, editor do site www.crerepensar.com.br afirma: “...Mas, me preocupo com outras magias. Aquelas que são feitas em nome de Deus e de Jesus, sob a “autoridade” do Espírito Santo. Falo da “eterna magia” do evangelho fácil da prosperidade, da “eterna magia” do evangelho pagão de Neuza Itioka e cia., da “eterna magia” louca e desvairada do paipóstolo Terranova, da “eterna magia” dos Hernandes que enganam o povo ingênuo (alguns nem tanto) da Renascer, fazendo-os tomarem a espada pelos seus erros, corrompendo um povo que deveria, a princípio, buscar o seu prazer na verdade”. Caio Fábio, de forma contundente também afirma o seguinte: “...O ‘Cristianismo’, no entanto, historicamente, desfigurou Jesus de tal modo que Ele se tornou desprezível em muitos lugares, e não é por maldade humana, mas apenas pela impossibilidade de aceitar o estupro do pacote ‘cristão sem o espírito de Jesus’. Desse modo, historicamente, até hoje, o pior inimigo de Jesus e do Evangelho na Terra foi o ‘Cristianismo’.”

Pr. Celso Falleiro

Sábado, 23 de Maio de 2009

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Missionários brasileiros trabalham com refugiados na África do Sul

Missionários brasileiros trabalham com refugiados na África do Sul

Fonte: Portal G1 

Eles ajudam oriundos de Burundi, Maláui, Angola e Congo, entre outros.
Africanos fogem de guerras, secas e doenças e sonham com um futuro.

Natalia da Luz Especial para o G1, na Cidade do Cabo

Um grupo de missionários brasileiros atravessou o Oceano Atlântico e atualmente ajuda refugiados de diversos países que chegaram à África do Sul para fugir de guerras civis, secas, doenças e miséria.

Segundo estudos de 2005 da Cooperação Missionária Ibero-Americana, existem aproximadamente 80 agências brasileiras atuando em todo o mundo, com mais de três mil pessoas. A falta de recursos e as barreiras culturais e linguísticas são obstáculos para muita gente, mas não para eles.

“Sinto-me realizado. Quando trabalhei em Moçambique, as histórias me desafiavam e eu descobri que um pequeno esforço pode dar sentido às nossas vidas”, conta ao G1 Gessé Rios, de 47 anos, oito deles na Cidade do Cabo, África do Sul, ajudando refugiados de países como Burundi, Maláui, Angola e Congo.


O missionário Gessé Rios distribui comida entre refugiados. (Foto: Divulgação)

Ele é filiado à Agência Presbiteriana de Missões Transculturais, organização que tem mais de 170 missionários espalhados pelo mundo. Junto com a mulher, Iolanda, e os três filhos (Gulherme, 20, Philipe, 18, e Leonardo, 16), representa a instituição na África do Sul, sendo responsável por mais de 30 refugiados em um projeto que inclui oficinas de música, informática, cerâmica, costura, cultos, além de aulas de inglês e distribuição de cestas básicas.

“O trabalho fica mais forte, e a família também”, diz Iolanda. Quando soube da possibilidade de trabalhar na África do Sul, não hesitou em partir. “Sentimos saudades, mas este é o nosso desafio”, fala em nome do resto da família que, no momento, está em temporada no Brasil.

 

Refugiados têm aula de música na Cidade do Cabo. (Foto: Divulgação)

Silvia Octaviano, de 46 anos, e filha Laura, de 14, são estreantes em missões do gênero. Sílvia conta que os seus conceitos sobre os refugiados mudaram radicalmente após a chegada à África. “Não apenas pelo trabalho diário, mas também pelos estudos em desenvolvimento comunitário. É preciso acreditar que há saída da "armadilha" da pobreza. A solução vem de dentro de cada um, do crescimento pessoal, do desenvolvimento de algumas habilidades.” 

 

Silvia Octaviano e Laura entre refugiados. (Foto: Divulgação)

Esperança renovada
 
Pedro Vicente, de 27 anos, cresceu em meio às ruínas de Luanda, capital de Angola. Ele viu o país ser destruído pela guerra civil. Ainda criança, perdeu a visão de um olho em ambiente de guerra. Na adolescência, perdeu o outro por causa de um glaucoma.

Em busca de tratamento, veio para a África do Sul e se instalou em uma das townships (equivalentes às nossas favelas, porém com estrutura mais precária) da Cidade do Cabo. “Quando eles identificavam que o Pedro era deficiente, se aproveitavam da situação para roubá-lo”, lembra Gessé.

A vida do refugiado mudou quando ele conheceu os brasileiros. “Tem sido um trampolim para alcançar alguns dos meus sonhos. Vivendo como refugiado na África do Sul, ainda mais cego, seria praticamente impossível conquistar o que eu desejo. Tinha a sensação de estar afundando numa areia movediça, quando, de repente, fui resgatado”.

A história de Pedro rende um livro que já está sendo produzido. “Uma história de superação que, certamente, ajudará pessoas que passam por situações difíceis no Brasil e em qualquer lugar do mundo”, diz o missionário. 

No mesmo clima de Pedro, Daniel Ernesto, de 22 anos, comemora a boa fase. “Hoje trabalho em uma gráfica. Estou mais feliz e com expectativas em relação ao futuro”, conta o angolano que chegou há quatro anos à África do Sul. Ele divide a casa com outros amigos lembrando que é a melhor alternativa para sobreviver. “A gente reparte os gastos e assim eu posso pensar em estudar engenharia”, completa.

Conterrâneo de Pedro e Daniel, outro jovem reconhece o trabalho dos missionários brasileiros com quem ele estuda informática, teclado e inglês. Valdemiro Ndiro tem 17 anos e está no colégio, mas já pensando na universidade. “Eu não tinha como  estudar em Angola e por isso vim para cá. Depois da universidade, que é o meu objetivo, volto”, diz determinado.

Para se especializar em meio ambiente, Ephenis Nyimba, 31 anos, deixou o Maláui rumo ao país de Mandela. “A vida era muito difícil lá. Aqui também é, mas, pelo menos, posso pensar em estudar”. Ela ainda não tem previsão de quando será concretizado o sonho, mas renova a esperança. “Eu trabalho como empregada doméstica. Ainda não consegui estudar, mas vou!”, conta a refugiada, que faz aulas de informática com os brasileiros.

 
 
Ephenis Nyimba, do Maláui, que trabalha como doméstica na África do Sul e quer estudar. (Foto: Divulgação)

As histórias de vida desses refugiados são bem parecidas: pobreza, perdas, mas, principalmente, esperança. É por ela que os africanos substituem as dificuldades na terra natal por novos desafios. O primeiro deles, segundo Silvia, assim que pisam aqui, é reunir os documentos para conquistar direitos. “A África do Sul tem uma dificuldade tremenda em documentos. Cada um diz uma coisa”, conta a brasileira.

O segundo problema é a língua. “Eles até se comunicam, mas não conseguem escrever. Por isso, as aulas de inglês são tão importantes dentro do nosso projeto”. Ela destaca que a compreensão do idioma repercute em outros problemas. “Eles assinam coisas sem saber e muitas vezes trabalham na palavra, sem contrato."

O terceiro problema é a moradia. Na maioria das vezes, partem para as townships e vivem praticamente amontoados, sem qualquer estrutura, alimentando-se mal e sem medicamentos.

Os brasileiros tentam suprir essas carências. "Nós ajudamos todos e percebemos que, com o tempo e a convivência, criam-se laços que podem nos ajudar a mudar a maneira de pensar a vida", diz Silvia.

Sábado, 16 de Maio de 2009

Homenagem às mães na Escola Dominical

No último domino, Dia das Mães, as mães de nossa Igreja foram homenageadas durante a Escola Dominical, com um café da manhã especial, uma encenação realizada e pela classe de adolescentes e  apresentações pelas classes de crianças. Veja algumas fotos:

Domingo, 10 de Maio de 2009

Cantata Evangelística Experiência com Deus

Cantata Evangelística  Experiência com Deus
Grande Coral do Sínodo Oeste do Rio de Janeiro

Dia: 16 de maio de 2009 às 18:00h

Local: Igreja Presbiteriana de Bangu
Rua Júlio César, 386 - Bangu (próximo a piscina do Bangu Atlético Clube)

Secretaria Sinodal de Música - Sínodo Oeste do Rio de Janeiro

Sábado, 9 de Maio de 2009

Fotos do quinto aniversário da UMP

No último domingo, dia 09 de maio de 2009,  a UMP (União de Mocidade Presbiteriana) de nossa Igreja comemorou seu quinto aniversário de organização com um culto de Ações de Graças. A mensageira da noite foi a irmã Mariza Souza, da Igreja Presbiteriana de Senador Camará.

Após o culto houve um momento de confraternização. Veja algumas fotos:



Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

CAS informa: como ajudar o Nordeste


Conselho de Ação Social (CAS) da IPB, diante da situação de calamidade pública em que se encontram algumas cidades nos Estados do Maranhão, Piauí, Ceará e Bahia, conclama todas as igrejas que tiverem condições – principalmente as que se situam próximas a essas regiões- a se solidarizarem com nossos irmãos, levantando doações e ofertas.

Os donativos podem ser leite, alimentos não perecíveis, roupas e sapatos em bom estado, colchões e roupas de cama, mesa e banho.


Pontos de coleta:

Coletas para o Maranhão

Instituto Bíblico do Norte (Garanhuns-PE)
Rev. Edson Dantas e rev. Mariano Júnior
(87) 3762-1678 e 3762-1931
ibn@bluenet.com.br


Colégio Presbiteriano 15 de Novembro (Garanhuns-PE)
Rev. Eudes Oliveira
(87) 3761-1161


Coletas para o Piauí

Rev. Maeli Ferreira e Rev. José Alex Barreto (capelão)
Seminário Teológico Presbiteriano do Nordeste
(86) 3232-1370 ou 9944-3852
stnemipc@ig.com.br

Coletas para o Ceará

Rev. Ricardo Régis
(85) 3482-6650 e 8757-8080
revricardoregis@hotmail.com ou revricardoregis@ipb.org.br

Contato com o Conselho de Ação Social da IPB: clineu.francisco@uol.com.br
11 9148-3044 

Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Projeto UERJ na 1ª Igreja Presbiteriana de Honório Gurgel

Recebemos uma mensagem da 1ª Igreja Presbiteriana de Honório Gurgel, pedindo ajuda na divulgação do Pré-Vestibular Social que a Igreja está organizando.

Veja abaixo as informações sobre o projeto e o cartaz de divulgação (clique na imagem para ampliar):

Seis domingos de 03 de Maio a 14 de Junho (com exceção do dia 10 de Maio), de 13h às 17h30min.

Resolução de questões da UERJ com professores altamente qualificados, formados pelas melhores Universidades Públicas do Riode Janeiro: Uni-Rio, UERJ, RURAL, UFRJ E UFF.
Tudo isso por apenas R$ 40,00 ou duas vezes de R$ 20,00, é isso mesmo galera, INACREDITÁVEL!


NÃO PERCA MAIS ESSA OPORTUNIDADE!
JUNTE-SE AOS 75% DE APROVADOS NO VESTIBULAR 2009 E ESCREVA TAMBÉM ESSA HISTÓRIA! 


Inscrições e Informações:
Rua Menezes Brum 144, Guadalupe, atrás da antiga fábrica da Melhoral.
Telefones: 3390-6452, 8899-6496 ou 3106-6496,
falar com Camila. 
iphonoriogurgel@yahoo.com.br



Clique na imagem para ampliar

Sábado, 25 de Abril de 2009

Federação de Mocidades em nossa Igreja: 02 de maio


A Federação de Mocidades do Presbitério Novo Oeste Rio vai se reunir no próximo sábado, 02 de maio, em nossa Igreja, às 19 horas, com a participação especial do Ministério Entre Jovens.

Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Filme sobre a chegada de Simonton ao Brasil



Curta rodado em Itu resgata história da Igreja Presbiteriana 

José Antônio Rosa


Notícia publicada na edição de 12/04/2009 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 1 do caderno B.

Orçado em R$ 200 mil, produção, com roteiro de Joel Yamaji, explora conflitos existenciais dos personagens

Último dos nove filhos de um deputado federal e médico da Pensilvânia, nos Estados Unidos, o reverendo Ashbel Green Simonton ofereceu-se, ainda muito jovem, para trabalhar no Brasil, como missionário da Igreja Presbiteriana.

Autorizado, viajou 54 dias até desembarcar na Baía da Guanabara, Rio de Janeiro. Aqui, difundiu a doutrina e arrebanhou, no processo de evangelização, seguidores. A passagem aconteceu há 150 anos, mais precisamente no mês de agosto e foi descrita por ele num livro que serviu de base para o roteiro de O Diário de Simonton, curta-metragem rodado na Fazenda Limoeiro da Concórdia, em Itu.

O filme faz parte das comemorações pela passagem do sesquicentenário da denominação religiosa no país e foi encomendado à dupla de diretores Jader Gudin e Joel Yamaji, este também responsável pelo roteiro.

Além desse empreendimento, está também para ser concluído um documentário alusivo à data. O projeto, conforme o pastor Márcio Roberto Alonso, gerente da produtora Luz Para o Caminho (LPC), o departamento que cuida da política de comunicação da igreja, consiste num resgate histórico não necessariamente voltado apenas aos fiéis.

A reportagem do Mais Cruzeiro esteve, quinta-feira, no set montado no casarão construído no século passado. O prédio foi escolhido por apresentar as características arquitetônicas de época procuradas pela produção.

A história do missionário, curiosamente, guarda estreita relação com a de Sorocaba. Para levar adiante o trabalho de criar os núcleos presbiterianos locais, Ashbel Simonton contou com a ajuda do brasileiro José Manoel da Conceição, que para cá se mudou aos dois anos de idade (leia mais na B5).

Em comum, os personagens tinham muitos conflitos existenciais, traço que o roteiro explora. As trajetórias de Simonton e Conceição têm quase que a mesma importância para a condução do enredo. Joel Yamaji gosta de trabalhar com perfis densos, complexos.

Tanto que, ao escrever, como assinala no material de divulgação distribuído à imprensa, procurou extrair temas universais. Na linguagem do filme busquei trazer um diálogo com referências nas histórias do cinema de Carl Dreyer (A Paixão de Joana DArc), Robert Bresson (O Batedor de Carteiras), Andrei Tarkovski (O Espelho), Ingmar Bergman (Persona) e Pasolini (Édipo Rei). Estes autores cultivaram uma estética vinculada a questões de ordem existencial e espiritual do homem contemporâneo, e é essa alma que eu quero dar à produção.

O filme

Produção independente, O Diário de Simonton foi orçado em aproximadamente R$ 200 mil, receita levantada junto a apoiadores. Uma equipe de 60 pessoas trabalha para que o filme entre em circuito no segundo semestre.

No elenco, atores com passagens por minisséries de TV e filmes recentes como Guta Ruiz, Dionísio Neto e Sérgio Guizé, que vive o protagonista. Para levar à tela grande a história do missionário americano no formato de curta-metragem, Joel Yamaji recorreu ao que chama de poder de síntese.

Ele e o diretor Jader Gudin riem quando têm de explicar como fizeram para adaptar uma biografia tão rica em acontecimentos como a do personagem. É verdade que, se possível, o filme renderia um longa, mas não tivemos problemas em seguir outro padrão.

A história de Ashbel Simonton foi, mesmo, marcada por uma sequência de episódios intensos, vibrantes. Três anos depois da chegada ao Brasil, o missionário retornou aos Estados Unidos para relatar o andamento de seu trabalho e conheceu Helen Murdoch, com quem se casou.

Com a família, voltou ao país; porém, em 1863, perdeu a esposa, nove dias depois do nascimento da filha. Em seguida, conhece o brasileiro José Manoel da Conceição que passara a fazer parte da Igreja Presbiteriana.

Márcio Roberto Alonso, da produtora LPC, diz que o filme não teve como abordar tantos eventos, mas revela ao público, essencialmente, os fundamentos da doutrina, sem a pretensão de converter aqueles que o assistirem. 

Sábado, 18 de Abril de 2009

Evangelismo na praça

Nossa Igreja realizou hoje um trabalho de evangelismo na praça do ponto final do ônibus 926 (Senador Camará - Penha) , com bricadeiras e histórias para as crianças, atrações de circos, apresentação de uma peça teatral e a exibição do Filme Jesus, baseado no Evangelho de Lucas.

Veja a seguir algumas fotos:









Veja mais fotos no perfil da Igreja Presbiteriana Central de Senador Camará no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Album.aspx?uid=6164306676764385468&aid=1239820905

Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

Peça na praça e filme na Igreja, PRÓXIMO SÁBADO!


No próximo sábado a equipe de evangelismo da Igreja Presbiteriana Central de Senador Camará vai apresentar a peça teatral Lifehouse na praça do ponto final do ônibus 926 (Senador Camará-Penha), na Estrada do Taquaral próximo à igreja, às 16 horas.

Depois, às 18 horas, no nosso templo na Rua Antenor Ferreira nº 50, será exibido o filme Jesus, que conta a história de Jesus Cristo conforme o Evangelho de Lucas.

Esteja conosco e convide seus amigos. Esteja também intecedendo por estes eventos, para que vidas sejam transformadas pela mensagem salvadora de nosso Senhor Jesus.

Domingo, 12 de Abril de 2009

A ressurreição de Cristo

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO

Aleluia, Cristo é vivo! Graças a Deus pela obra salvadora de Jesus. Foi através da ressurreição de Jesus Cristo que a morte foi definitivamente vencida. Foi através da ressurreição de Jesus Cristo que satanás recebeu o seu golpe fatal. Foi através da ressurreição de Jesus Cristo que o homem obteve a possibilidade de entrar em uma nova dimensão da sua natureza, de vida com Deus e de esperança com relação à eternidade com Deus, que é garantida àqueles que acreditam que Jesus Cristo é a encarnação do próprio Deus, que se humilhou tomando a forma humana e morreu por estes, mesmo não tendo estes méritos para receber tal dádiva. Por esta razão o apóstolo Paulo descreve de forma poética o seguinte argumento: 

“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.” (I Co 15.55-57)

Jesus Cristo, através da ressurreição, nos reconcilia com Deus, com o nosso próximo, conosco mesmo e com o restante da criação. Agradeça a Deus pela ressurreição de Jesus. Que hoje seja um dia especial para você, um dia de celebração. Jesus Cristo é vivo, aleluia!

Pr. Celso Falleiro

Quinta-feira, 9 de Abril de 2009

150 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil - IPB

Em 2009 a Igreja Presbiteriana do Brasil completa 150 anos. Para comemorar esta data histórica será realizada um grande cruzada evangelística na Praça da Apoteose, Rio de Janeiro, no dia 29 de agosto, além de diversos outros eventos antencedentes.

Já começamos a divulgação, pedimos que todos presbiterianos estejam intecedendo por estes eventos.

Veja a seguir a programação:

PRÉ-CRUZADAS/EVENTOS
RUMO À APOTEOSE 

SÁBADO, 29 DE AGOSTO DE 2009, A PARTIR DAS 15:00 HORAS 

DATAS DAS PRÉ-CRUZADAS: 

( I ) MINI-VIGÍLIA DE ORAÇÕES 
Dia 24 de Abril, das 19:00 até às 22:00 horas, na Catedral Presbiteriana do Rio 

(II) SEMEANDO A SEMENTE DO EVANGELHO: 
Dia 25 de Abril, das 9:00 ate as 17:00 horas. Promoção da Confederação Sinodal de SAFs, Local: Dendê, na Ilha do Governador. 

( III ) PRE-CRUZADA PARA CRIANÇAS 
Sabado, 30 de maio, as 15:00 horas, Local: ACM - Ilha ou Estádio do Olaria Futebol Club, Coordenação: Pb. Edison de Souza Mensageira: Miss. Leninha Maia.

( IV ) PRE-CRUZADA MULHERES E HOMENS 
Sabado, 27 de junho, as 19 horas, local: Club Mackenzie do Meier. Mensageiro: Rev. Guilhermino Cunha
 
( V ) CENTENARIO DE CAL VINO 
Sexta-Feira, 10 de julbo, às 18:00 horas, inauguração da Praça João Calvino¬
Em frente da Catedral, do outro lado da Av. Republica do Paraguai, com a presença do Prefeito Eduardo Paes, do Prefeito da Cidade de Genebra e do Pastor da Catedral de Saint-Pierre de Tulerie - Igreja de Calvino em Genebra. 

CULTO DE GRATIDAO A DEUS PELO CENTENARIO DE NASCIMENTO DE CALVINO 
Na Catedral, Às 19:00 horas; Mensageiro: Pastor da Igreja Reformada de Genebra (Igreja de Calvino, a confirmar). 

(VI) PRE-CRUZADA DE JOVENS E ADOLESCENTES - CULTO CAMPAL NO ENTORNO DA CATEDRAL. 
Dia 25 de julho, Dia Nacional dos Adolescentes e Mocidade Presbiteriana. 10 horas - Abertura e 15h - Culto. 

(VII ) FEIRA DAS NAÇÕES 
Sábado, 08 de agosto, das 10:00 as 16:00 horas, na Catedral. 

(VIII) PRE-CRUZADA EVANGELÍTICA 
Local: Olaria Futebol Clube, sábado, 08 de Agosto, as 19:00 horas; Mensageiro: Rev. Jeremias Pereira da Silva 
 
 
( IX ) EVENTOS DO DIA 12 DE AGOSTO: 
A) As 10:00 boras da manhã, INAUGURAÇÃO DO MONUMENTO ESCUL- TÓRICO INTERATIVO DO CASAL-MISSIONARIO HELEN E SIMONTON, no Porto do Rio de Janeiro, Junto a Praça Mauá : CE/SC, COMISSAO COORDENADORA E AUTORIDADES. 
B) ATO CÍVICO RELIGIOSO DA CHEGADA DE SIMONTON AO BRASIL, Dia 12 de Agosto de 1859, Marco de Origem da Igreja Presbiteriana do Brasil. CULTO DE AÇÕES DE GRAÇAS A DEUS, as 19b30min, na Catedral Presbiteriana do Rio, Mensageiro: Rev. Roberto Brasileiro Silva, Presidente do Supremo Concilio. 

( X ) CONGRESSO DE AÇÃO SOCIAL 
Dias 27 e 28 de Agosto, a partir das 9:00 boras, Promoção: RENAS, Rede Evangélica Nacional de Ação Social, na IPRJ e no Hotel Presidente. 

( XI ) CONGRESSO DE AÇÃO SOCIAL 
Dia 29 de Agosto, a partir das 9:00 boras, CARREATAS partindo de todos os Sínodos do Rio de Janeiro e do Estado do Espírito Santo, RUMO A PRAÇ;A DA APOTEOSE, no Centro do Rio de Janeiro. 

GRANDE CRUZADA NACIONAL DE AÇÕES DE GRAÇAS PELOS 150 ANOS DA CHEGADA DE SIMONTON AO BRASIL: FAMÍLIAS COM DEUS EM ORAÇÃO. 

DATA: 29 DE AGOSTO DE 2009 - SÁBADO

LOCAL: PRAÇA DA APOTEOSE; A PARTIR DAS 15:00 HORAS. 

MENSAGEIRO: REV. HERNANDES DIAS LOPES, PARTICIPAÇÃO DO GRANDE CORAL, CONJUNTOS, SOLISTAS E ORQUESTRA: TUDO PARA A GLORIA DE DEUS. 

Domingo, 5 de Abril de 2009

A melhor coisa na vida é conhecer a Deus - Parte 2

O CONHECIMENTO DE DEUS

No domingo passado iniciamos a reprodução dos estudos realizados no retiro – 2009, em Citrolândia. Continuando o que foi ministrado naquele evento, seguem abaixo os próximos argumentos com as respectivas bases bíblicas:

1. O conhecimento de Deus não nos deixa enganados – “Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo. Eles procedem do mundo; por esta razão, falam da parte do mundo, e o mundo os ouve. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.” (I Jo 4.4-6)

2. O conhecimento de Deus nos aproxima Dele – “Foi também congregada a seus pais toda aquela geração; e outra geração após eles se levantou, que não conhecia o Senhor, nem tampouco as obras que fizera a Israel.” (Jz 2.10)

3. O conhecimento de Deus é pré-requisito para servi-lo – “Tu, meu filho Salomão, conhece o Deus de teu pai e serve-o de coração íntegro e alma voluntária; porque o Senhor esquadrinha todos os corações e penetra todos os desígnios do pensamento. Se o buscares, ele deixará achar-se por ti; se o deixares, ele te rejeitará para sempre.” (I Cr 28.9)

4. O conhecimento de Deus nos leva a adorá-lo – “O Senhor se dará a conhecer ao Egito, e os egípcios conhecerão o Senhor naquele dia; sim, eles o adorarão com sacrifícios e ofertas de manjares, e farão votos ao Senhor e os cumprirão.” (Is 19.21)

5. O conhecimento de Deus é possibilitado por Ele – “Dar-lhes-ei coração para que me conheçam que eu sou o Senhor; eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus; porque se voltarão para mim de todo o seu coração.” (Jr 24.7)

6. O conhecimento de Deus nos liberta da falsa religiosidade – “Mas agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como estais voltando, outra vez, aos rudimentos fracos e pobres, aos quais, de novo, quereis ainda escravizar-vos?”

Rev. Celso Araujo Falleiro

Eleição Diaconal


Nossa Igreja realizou hoje uma Assembléia Extraordinária para a eleição de um oficial diácono. E sob a iluminação do Espírito Santo de Deus foi eleito o nosso irmão Anderson Gonçalves do Nascimento.

O Conselho da Igreja marcou a posse do Diácono Anderson para o culto do dia 19 de abril de 2009.

Na foto vemos o Pastor Celso orando com o irmão Anderson após a eleição.
Blog da Igreja Presbiteriana Central de Senador Camará - http://ipcentralcamara.blogspot.com